Cronotipo & Produtividade

por Equipa LIFE Training

Na sua recente investigação Daniel Pink, fala-nos da importâcia de sincronizarmos o nosso dia a dia com o nosso cronotipo – o nosso humor e desempenho variam ao longo do dia.

Aqui fica uma técnica muito simples para descobrires o teu: a que horas acordas aos fins de semana ou dias livres? Continuas a acordar bem cedo, mesmo sem o despertador, então és uma “Cotovia” ( mais ativo logo de manhã, com uma quebra a meio do dia e uma ligeira retoma ao final do dia). Se acordas bem mais tarde és uma “Coruja” ( e para ti o dia segue a ordem inversa).

Embora possamos estar dependentes dos horários fixados pelo nosso trabalho ou circunstâncias da nossa vida familiar, por exemplo, podemos sempre ter alguma flexibilidade em como, ou com o que, ocupamos as diferentes partes do dia, tirando mais partido do nosso cronotipo, e provavelmente sentido menos cansaço e dificuldades em algumas tarefas, adaptando o tipo de trabalho que temos de fazer. Aqui fica o cronograma:

Se és uma Cotovia, de manhã dedica-te a tarefas analíticas , que requeiram pensamento organizado e sistematizado e à tomada decisões; deixa o final tarde inicio da noite para tarefas onde precises usar o pensamento criativo ou divergente. Se és uma Coruja inverte esta ordem!

Tem em mente que todos passamos por um “vale” – mais ou menos a meio do dia – onde a atenção, energia e humor estão no seu mínimo e podemos proteger-nos tirando algum tempo para uma pausa ou fazendo pausas mais frequentes e deixando as tarefas menos exigentes ou importantes para esse tempo.

Da mesma forma, protege o teu “pico” e “momento de retoma” nunca desperdiçando a fazer “recados”, tarefas simples ou que te exigem menos capacidade mental.

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3 Ideias para seres um grande Líder*

( ou um “Lider -Coach”, como gostamos de pensar por aqui)
por Equipa LIFE Training

▷Pergunta aos teus colaboradores como os podes ajudar a realizar o seu trabalho melhor  e depois ouve

Isto é simples: em vez de dizeres aos teus empregado como fazer os seus trabalhos melhor, começa por perguntar como os podes ajudar a fazer os seus trabalhos melhor. Embora simples, os efeitos desta abordagem são poderosos. Às vezes, pequenas mudanças, ligeiras alterações, tornam o desempenho das funções mais fácil, mais aprazível e cria-se um círculo virtuoso com enorme impacto na eficácia dos processos e na melhoria dos resultados. O que acontece aqui não é magia: é percebermos que o colaborador que realmente realiza o trabalho saberá melhor do que precisa e o que é necessário para que ele fique bem feito, ele é o “especialista” da sua função. Respeitando as suas ideias e encorajando – o a tentar novas abordagens para o melhor, encorajamos os empregados a trazer mais deles próprios e o melhor deles próprios para o trabalho.

▷Cria espaço seguro para que os colaboradores pensem e exponham novas ideias

Por vezes a melhor forma de os lideres servirem melhor os seus colaboradores e a sua organização é criando espaço aberto e seguro para que os colaboradores partilhem e experimentam as suas novas ideias. Ao fazê-lo os líderes encorajam os empregados a ir além da sua zona de conforto e a fazer diferente do que sempre fizeram, o que pode estar na origem da competitividade e sucesso da empresa.

▷Pratica a Humildade

Muitas vezes os líderes não reconhecem o verdadeiro valor das pessoas que têm à sua responsabilidade, especialmente dos trabalhadores de nível mais baixo. Mas quando os líderes mostram respeito e perguntam como podem ajudar os empregados e como podem melhorar a organização, os resultados podem tornar-se espetaculares! E talvez ainda mais importante do que melhores resultados para a empresa, estes líderes estão a atuar como melhores seres humanos – todos ganham, no final.

*baseadas no trabalho de Dan Cole da London Business School

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Preparado para Re-escrever a Tua História ?

por equipa LIFE Training

Os seres humanos desejam Congruência – queremos ser verdadeiros connosco próprios e atuar de uma maneira consistente com aquilo em que acreditamos e valorizamos, queremos viver e trabalhar de forma autêntica.

Esta busca pela congruência já vem no nosso equipamento de base , os nossos cérebros criam coerência entrelaçando as nossas experiências internas e o que observamos no nosso ambiente, através de um processo automático de narração que explica porque fazemos o que fazemos. À medida de repetimos as histórias que daí resultam para nós próprios  (muitas vezes inconscientemente) elas tornam-se guiões e rotinas que guiam as nossas ações. E em vez de reconhecermos as nossas histórias como construções que são, vemo-las, erradamente, como verdades imutáveis , como “as coisas são”.

Nos processos de Coaching e desenvolvimento de liderança encontramos muitas pessoas que moldaram a forma como pensam e lideram (“tudo é sempre uma batalha nesta empresa”, por exemplo.)

Para o bem e para o mal as nossas histórias moldam aquilo em que reparamos e como interpretamos o que acontece. Elas influenciam as nossas tomadas de decisão e o nosso comportamento. Se, por exemplo, vês o teu local de trabalho como um campo de batalha vais esperar hostilidade, vais preparar-te para atacar e defender. Podes assumir que discussões são inevitáveis, interpretar mal as intenções dos colegas e perder oportunidades para colaborar. Na verdade, se mudares a história que te guia isso pode levar-te a perseguir novos objetivos e fazer as coisas de forma diferente, obtendo resultados diferentes.

O primeiro passo para nos libertarmos das histórias que usamos para viver a nossa vida é identificar e examinar essas mesmas histórias que continuamente contamos a nós próprios e aos outros. Isto ajuda-nos a entender aquilo que valorizamos – ou  ao que estamos a dar valor sem sequer querer – e porque agimos e reagimos da forma que o fazemos. Identificar um desafio pessoal ou coletivo que estamos a enfrentar e descobrir o que dizemos sobre isso pode ser uma boa forma de começar.

Uma vez que identifiques a tua história, o passo seguinte é considerar como é que ela te afeta: é libertadora, possibilitadora ou aflige-te, “aperta-te”?
O teu estado físico pode dar-te pistas. O A tua narrativa faz-te sentir livre e com escolha? Há conexão ou desconexão entre aquilo que queres e a narrativa que justifica a forma como pensas e te comportas?

Se descobrires que algum dos guiões que tens na tua vida te limitam , o passo seguinte é considerar aquilo que gostavas de mudar e como a tua história precisaria de se adapatar ou alterar para te ajudar a conseguir a mudança.

Quando nos apercebemos que os nossos comportamentos têm origem nas histórias que construímos e repetimos até que ficam “escritas na pedra”, tornamo-nos mais capazes de sermos autores de histórias mais libertadoras.

Reconstituindo as nossas narrativas de forma a que elas nos ajudem a mover na direção que, na verdade, queremos é um processo de Escolha e de Intenção – de buscar sentido para a nossa vida.

Qualquer líder pode começar a desenvolver esta capacidade poderosa aprendendo a reconhecer as narrativas que orientam a sua vida – individualmente e colectivamente como uma equipa ou organização – analisando os seus efeitos em si e nos seus colaboradores e colegas e reescrevendo-as e refinando-as para que se dê mais ênfase aos elementos que nos empoderam e menos aos que nos limitam.

As recompensas de o fazer incluem um cada vez maior sentido de humanidade, congruência e liberdade.

traduzido e adaptado de : Harvard Business Review

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És o Líder que a tua empresa precisa?

por Equipa Life Training

 

Ter poder ou estar num lugar de chefia, como a investigação já demostrou, torna as pessoas, muitas vezes, obcecadas com os resultados e o controlo, e , consequentemente, leva-as a tratar os seus colaboradores como meios para atingir fins. Como a pesquisa demonstra*, isto ativa o medo nas pessoas – o medo de não atingir os objetivos, o medo de perder os bónus, o medo de falhar, de ser despedido – e como consequência as pessoas deixam de sentir emoções agradáveis , deixam de ter motivação para aprender ou experimentar coisas novas. Este tipo de liderança hierárquica está ultrapassada e é contraprodutiva – quando o líder se foca demasiado no controlo e nos resultados e não suficientemente nas pessoas, está a tornar muito mais difícil que a empresa, a equipa atinja, de facto, os objetivos desejados.

Por outro lado, quando vemos a liderança como uma forma de servir os outros, promovendo o seu crescimento pessoal, e fornecendo suporte – emocional, de recursos, de meios – para que tal aconteça , estamos realmente a ser o líder de que as pessoas , as organizações precisam. Uma líder que serve os seus colaboradores precisa de humildade, coragem e visão para admitir que pode beneficiar da experiência e sabedoria dos outros que têm menos poder do que ele. Este líder ativamente procura as ideias e as contribuições únicas dos seus colaboradores. E é assim que uma liderança servil cria uma cultura de aprendizagem mútua, uma atmosfera que encoraja os colaboradores a serem o melhor que podem /conseguem ser.

Humildade e servir os colaboradores não implica que os lideres tenham uma baixa auto-estima ou que tenham uma atitude de prestar vassalagem – pelo contrário! Este tipo de liderança realça a responsabilidade do líder em aumentar a autonomia, responsabilidade pessoal e autoridade dos colaboradores e o foco em encorajá-los a pensar por si próprios e a experimentar, partilhar, as suas ideias e novas abordagens. Para isto não podemos sentir-nos ameaçados ou ter pouca auto-confiança, precisamos de estar tão seguros do nosso papel e de quem somos e do nosso valor que não temos medo de deixar os outros ter poder, brilhar e desenvolver-se.

*pesquisas e texto baseado no trabalho de Dan Cable da London Business School

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Um caminho para a Alegria

por Equipa Life Training

 

Muitas vezes não é o que fazemos mas a forma como fazemos, os contratempos, o contexto, as reações dos outros, o momento e a disposição com que fazemos algo que nos torna realmente infelizes (no trabalho, nas relações familiares, nas tarefas domésticas e do dia a dia).

Há muita investigação que confirma que agimos e tomamos determinadas decisões e comportamentos ora em busca de algo, na procura do prazer, com uma orientação positiva ou de aproximação ora evitando algo, dominados pelo medo, com uma orientação negativa ou por afastamento.

Um estudo da University of Maryland provou que há impactos muito diferentes nas nossas mentes e estados de espirito, destas duas formas de levar a vida:

No evitamento as mentes ficam fechadas, desencadeiam-se caminhos de aversão, aumento do stress, da sensação do perigo, enfraquece-nos a criatividade e a flexbilidade na resolução de tarefas e nas relações com os outros. Ao contrário, quando nos deixamos guiar pela motivação ou por encontramos uma “recompensa” positiva no que estamos a fazer, a mente “abre-se”, relaxa e descontrai, ficamos mais brincalhões e receptivos aos outros e a novas ideias.

Quantas vezes não realizamos tarefas, fazemos coisas de forma crítica, com muito esforço, pensamento e preocupação à mistura, contrariados – isto vai ativar o sistema de aversão da nossa mente, que nos torna mais ansiosos, menos criativos e menos flexiveis. Se fizermos a mesma coisa de coração aberto, de forma prazeirosa, com aceitação, ativamos o sistema de aproximação e a nossa vida vai tornar-se mais rica, mais calorosa, mais flexivel e mais criativa.

Se nos sentirmos (seja em que área da vida for) encurralados, sem saída – envolvidos em esforço constante, por medo de perder algo, ou por perfecionismo, com medo de retaliações, ou por termos crenças sobre o merecimento, o perigo ou o que é preciso fazer – , e embora isso nos possa ter ajudado a atingir determinadas metas ou objetivos, é hora de perceber que agora já não serve, só está a deixar-nos esgotados, envolvidos numa espiral negativa, com a alegria de viver soterrada por tanto peso – é hora de começar a trilhar o caminho da Alegria!

nossa fonte: OMC Oxford Mindfulness Centre & Mindfulness: Finding Peace in a Frantic World

 

descobre  aqui as próximas datas de formação LIFE Training

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