Categoria: Palestras

Método LASEr

Método criado e desenvolvido pelo Pedro Vieira, Neuro Estratega, Coach & Master Trainer da LIFE Training

Podes ler o que o Pedro tem a dizer sobre o “método das cores” como é tantas vezes mencionado por quem o aprende e descobre.

Pedro, como nasceu este método?
Bem, eu tinha estudado vários modelos de análise de comportamento e de estilos de comunicação e estava muito interessado em ter um à minha disposição que cumprisse vários preceitos: simples e intuitivo ao ponto de poder ser ensinado a crianças ou através de jogos pedagógicas, que pudesse ser aprofundado e servisse de linha orientadora para processos de desenvolvimento pessoal e, finalmente, que criasse possibilidades de expansão em lugar de fechar em rótulos.

O método foi sempre assim ou teve desenvolvimentos?
A partir do momento em que, em 2009, me decidi pelos metaprogramas de base do método (ver apresentação), fui cruzando com outros conteúdos de desenvolvimento pessoal e restando várias representações gráficas. Ao fim de 3 anos já tínhamos algo muito parecido com a método atual.

Quais as vantagens de usar um método como este?
Preservando a nossa individualidade e características únicas, podemos colocar padrões de desenvolvimento pessoal ao nosso dispor. Este método pressupõe a existência de quatro energias (ou estratégias comportamentais) ao nosso dispor e que, com um correto desenvolvimento, nos permitem viver uma vida mais saudável e preenchida.

Como se estuda o método?
Entender o Modelo que serve de base ao método é simples e rápido, basta navegar por este site e explorar as apresentações. Agora, a parte mais interessante é a efetiva vivência do Método. Daí se ter tornado tão relevante a experiência de aprender o Método em eventos ao vivo, liderados por mim ou por Trainers oficiais de Método. Criamos uma forma de ensino que é desenhada para permitir absorver o método a vários níveis e que, entre coisas, é muito dinâmica e divertida.

Depois de tantos anos, já sabes tudo sobre o método?
De forma alguma! Este método é tão flexível que é aplicável a qualquer contexto, pelo que estamos sempre a aprender conforme vamos criando novas aplicações. Para apresentar o LASEr em vários países e em indústrias tão diversas, fui aprendendo sobre estas 4 energias em termos psicológicos, sociais, culturais e terapêuticos. A vida vai-me constantemente mostrando mais e mais formas de entender e aplicar o LASEr. “

Sabe mais em http://metodolaser.com/

Que tipo de impacto queres criar no mundo?

Que tipo de impacto queres criar no mundo? Esta é uma pergunta fundamental para todos e ainda mais para quem se mete nesta maravilhosa empreitada do desenvolvimento pessoal. Querer fazer profissão da vontade de inspirar, ensinar, facilitar, estimular desenvolvimento pessoal vem com algumas responsabilidades extra:

  1. Ser um exemplo dos ensinamentos para poder ser congruente na sua representação
  2. Ter uma atitude crítica em relação aos próprios ensinamentos para evitar ensinar unicamente com base em crenças pessoais
  3. Estudar e aprofundar o nível dos ensinamentos para que estes não sejam meras reproduções do que aprendemos – caso contrário é preferível remeter para os nossos mestres
  4. Manter desequilíbrio altamente positivo entre o valor que acrescentamos e aquilo que pedimos em troca.

Procuro refletir sobre estas responsabilidades e sobre o nível a que consigo cumpri-las. Às vezes sinto-me altamente satisfeito com o meu desempenho, outras nem por isso. Nesses momentos, volto para a sala de estudo!

Pedro Vieira

CEO e trainer da LIFE Training

És o Líder que a tua empresa precisa?

Ter poder ou estar num lugar de chefia, como a investigação já demostrou, torna as pessoas, muitas vezes, obcecadas com os resultados e o controlo, e , consequentemente, leva-as a tratar os seus colaboradores como meios para atingir fins. Como a pesquisa demonstra*, isto ativa o medo nas pessoas – o medo de não atingir os objetivos, o medo de perder os bónus, o medo de falhar, de ser despedido – e como consequência as pessoas deixam de sentir emoções agradáveis , deixam de ter motivação para aprender ou experimentar coisas novas. Este tipo de liderança hierárquica está ultrapassada e é contraprodutiva – quando o líder se foca demasiado no controlo e nos resultados e não suficientemente nas pessoas, está a tornar muito mais difícil que a empresa, a equipa atinja, de facto, os objetivos desejados.

Por outro lado, quando vemos a liderança como uma forma de servir os outros, promovendo o seu crescimento pessoal, e fornecendo suporte – emocional, de recursos, de meios – para que tal aconteça , estamos realmente a ser o líder de que as pessoas , as organizações precisam. Uma líder que serve os seus colaboradores precisa de humildade, coragem e visão para admitir que pode beneficiar da experiência e sabedoria dos outros que têm menos poder do que ele. Este líder ativamente procura as ideias e as contribuições únicas dos seus colaboradores. E é assim que uma liderança servil cria uma cultura de aprendizagem mútua, uma atmosfera que encoraja os colaboradores a serem o melhor que podem /conseguem ser.

Humildade e servir os colaboradores não implica que os lideres tenham uma baixa auto-estima ou que tenham uma atitude de prestar vassalagem – pelo contrário! Este tipo de liderança realça a responsabilidade do líder em aumentar a autonomia, responsabilidade pessoal e autoridade dos colaboradores e o foco em encorajá-los a pensar por si próprios e a experimentar, partilhar, as suas ideias e novas abordagens. Para isto não podemos sentir-nos ameaçados ou ter pouca auto-confiança, precisamos de estar tão seguros do nosso papel e de quem somos e do nosso valor que não temos medo de deixar os outros ter poder, brilhar e desenvolver-se.

*pesquisas e texto baseado no trabalho de Dan Cable da London Business School

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