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Para que serve a PNL?

Depois de várias certificações em PNL (da LIFE Training, sob a égide internacional da ITA), às vezes dou por mim a olhar para percursos e testemunhos de mais de10 dezenas de Practitioner e a fazer um apanhado dos benefícios que os participantes encontram neste treino de alta performance.

Entre os “nossos” Practitioners temos CEOs, treinadores de futebol, jornalistas, contabilistas, DJs, psicólogos, professores universitários, estudantes, vendedores, gestores, terapeutas, formadores, etc, oriundos de todo o país (de Trás-os-Montes ao Algarve, passando pelas Ilhas) e também de Angola e Brasil.

Aqui fica o resumo das grandes transformações que experienciaram depois do curso:

– melhorias significativas em relações românticas e familiares
– aumento da capacidade de lidar com conflitos
– melhoria da eficiência da comunicação em situações de 1-para-1 e de grupo
– melhoria na gestão de tempo
– capacidade incrementada de fazer escolhas
– crescendo da capacidade de gerir e gerar estados emocionais positivos
– adopção de hábitos mais saudáveis e eficientes
– melhores resultados profissionais e benefícios na carreira
– transformação do investimento no curso em resultados financeiros de curto e médio prazo (para participantes com profissões de rendimentos variáveis)
– melhor domínio dos processos de aprendizagem (próprios e dos filhos)
– maior auto-estima, auto-confiança e diversão
– etc

Fiquei verdadeiramente impressionado com esta lista, principalmente por conhecer na prática o que isto significou para cada um dos participantes: relações reatadas ou levadas para um nível superior, vícios e fobias superados, capacidade de deixar para trás medos limitadores.

E tudo isto, numa formação marcadamente experiencial de 7 dias totalmente dedicados ao seu desenvolvimento!

Quando há mais de 40 anos John Grinder (um dos co-fundadores da PNL) criou o quadro teórico que deu fundamento às observações práticas que levaram à criação desta área do conhecimento, estava longe de imaginar que quatro décadas depois (pela mão de trainers preparados e certificados por ele próprio) a PNL estaria a criar forte impacto em Portugal e resto do mundo!

Será esta a altura certa para si ou um familiar ou colega se embrenhar nesta emocionante aventura? Será que chegou o momento de testar a sua mente e levá-la para o próximo patamar? Será que chegou a hora de levar a sua vida para o próximo nível?

Espero por si para a experiência de uma vida!

 

Pedro Vieira, Master Trainer e CEO LIFE Training

A verdade importa menos do que o que fazemos com ela

O matemático Benoit Mandelbrot colocou uma questão aparentemente simples: “Quão longa é a costa britânica?

A resposta depende da forma de medição. A distância será muito menor se voar de uma ponta à outra, do que se conduzir pelas estradas que seguem o contorno da ilha. A estrada conta uma distância menor do que se percorrer a pé a fronteira da costa. Uma lagarta que percorra cada rocha de cada praia ainda fará uma distância maior! À medida que a formas de medição vão diminuindo, a linha de costa vai aumentando, e não conseguimos obter uma resposta “mais verdadeira” do que outra à questão: quanto mede a costa britânica?
Mas… a  distância da costa britânica não tem importância. O que importa é o significado. Porque o significado é onde a ação está.

Por exemplo, veja esta história:
Aquela casa pequena conta que aquele é o máximo tamanho que esta família pode suportar. Uma sala cheia de brinquedos espalhados pelo chão mostra vidas fora de controlo. O mobiliário espartano fala por si. A roupa estendida no varal murmura pobreza. O odor a alho grita classe baixa.

OU

O tamanho da casa conta prudência financeira. Os brinquedos no chão defendem que esta é uma família centrada nas crianças. A sala de estar ampla declara que eles não valorizam coisas, mas pessoas. As roupas no varal sorriem conforto e despretensão. O cheiro a alho acrescenta o gosto por comer e cozinhar bem.

Ambos os parágrafos descrevem a mesma verdade. A casa é a mesma, mas isso não é importante. O que importa é a interpretação. É isto que diferencia os dois parágrafos.
Noutras palavras, como o Erich Heller afirmou “Tenha cuidado com a forma como interpreta o mundo: ele passa a ser assim.”
A ideia que os factos falam por si – interprete-me sem interpretações -, é perfeitamente inútil.

E então? Gadamer defende que compreendemos algo quando conseguimos aplicar à nossa situação presente. Em outras palavras, compreendemos, utilizando a informação.
A primeira interpretação sobre a casa podia ter sido feita por um vendedor de imobiliário. A outra interpretação traz informação que concerne a uma potencial venda de brinquedos, a oportunidades de investimento prudente, a boa comida.

Esta busca de valor dá um novo enquadramento à questão: “Quão longa é a costa britânica?

Daí podemos perguntar: Porque pergunta? Se quer sobrevoá-la, a melhor resposta é uma, se quer conduzir pela mesma, a melhor resposta é outra.
Conclusão: medimos o valor de uma teoria com as suas consequências práticas, e isso tem um papel fulcral no significado atribuído.

Tad Waddington, CEO e autor premiado, colabora no site Psychology today.

Por vezes é menos fácil explicar o que é Programação Neurolinguística. Este excerto* do livro de Tad Waddington está relacionado com uma das valências o estudo da PNL permite: o aumento da consciência para a nossa pequenez, e simultaneamente para o nosso enorme potencial. Pode imaginar como seria se percebesse, através do entendimento dos mecanismos da mente, como a verdade é apenas mais uma perspectiva, mais um olhar? O que podia acontecer se aplicasse esta ideia a todas as desilusões, aparentes perdas que teve na sua vida?

Tudo o que lhe acontece está à espera de um significado… só que há significados que @ colocam num estado de alta performance, outros em estado de depressão!

Saiba mais aqui, sobre a próxima certificação em PNL, ou sobre cursos de introdução!

*Excerto do livro “Lasting Contribution: How to Think, Plan, and Act to Accomplish Meaningful Work” por Tad Waddington, publicado no site http://www.psychologytoday.com

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PNL ou Programação Neuro Linguística: o que é?


A Programação Neuro Linguística foi criada no início da década de 70, na Califórnia, pelo professor de linguística John Grinder e pelo estudante de matemática Richard Bandler.

O projecto inicial foi a modelagem de génios da comunicação e a codificação das diferenças que faziam a diferença na produção de resultados. Ou seja, escolheram pessoas “modelo”, e definiram especificamente como estas pessoas se comportavam, de forma a chegar aos mesmos resultados (excepcionais).

Grinder e Bandler rapidamente perceberam que aquilo que tinham entre mãos era extremamente poderoso, pois aparentemente os modelos que descobriram eram aplicáveis de forma transversal a todas as actividades humanas.
Por essa razão, é frequente a referência à PNL como a “arte da excelência”.

Pessoalmente, vejo esta estrutura como uma abordagem prática ao estudo do nosso sistema, fortemente focada em estratégias para produzir novos resultados ao nível do pensamento e do comportamento.
Ao estudar PNL vai aceder a um conjunto de conceitos oriundos da Psicologia, Terapia, Linguística, Hipnose, organizados e orientados para que possa atingir novos patamares de desenvolvimento pessoal.

O ponto de partida é simples e pode ser apresentado através de um conjunto de perguntas, sobre as quais gostaria que reflectisse:

1. Que resultados estou a atingir? (leia-se por resultados aquilo que fizer sentido para si… Na saúde, energia, dinheiro, relacionamentos, auto-imagem, carreira…)
2. Como faço para atingir esses resultados? (qual o conjunto de comportamento que geram os resultados)
3. Que estados emocionais despoletam esses comportamentos? (como me sinto nos contextos em que os resultados são produzidos)
4. Se não estou satisfeito com todos ou parte dos resultados que atinjo, que outros gostaria de alcançar?

A partir daqui, a PNL propõe uma série de estratégias e tecnologias desenhadas para mudar estados emocionais e comportamentos, com vista à produção de novos resultados.

O estudo da PNL é potenciador de mudança, pois o estudante (practitioner) trabalha sobre os seus próprios contextos e comportamentos, experienciando pessoalmente as mudanças.

Na prática, descobri que o estudo da PNL é altamente atractivo para pessoas que gostam mais de lógica e raciocínio (pois esta abordagem oferece modelos teóricos sólidos e integrados) assim como para aquelas que preferem a descoberta emocional e espiritual (pois a PNL actua directamente sobre a alteração do estado emocional dominante a cada instante).

Espero que a PNL possa ser útil na sua vida, foi este o espírito com que John Grinder (com quem tive o prazer de treinar e estudar) a criou e disponibilizou!

Pedro Vieira, Master Trainer e CEO LIFE Training

Quer estudar PNL? Clique aqui ou no botão! (A fotografia aqui presente é de uma das últimas esgotadíssimas edições da certificação em Practitioner PNL… Com todos os participantes em posição de quem dá as boas vindas à excelência!) 😉

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Quem pode ser “Mágico” nas empresas?

Há quem acredite que a mudança nas organizações terá que ser implementada ao nível mais alto para produzir reais impactos. Eu acredito que quando CEOs, administradores e directores se tornam embaixadores da mudança esta ganha maior poder. E também acredito que qualquer pessoa pode iniciar um processo de mudança organizacional.

Na minha carreira profissional desenvolvi esta crença, sustentada em dezenas de exemplos práticos, de que a gestão de faz em ambas as direcções hierárquicas! Quando implemento, juntamente com a equipa da LIFE Training, projectos de desenvolvimento e expansão de resultados nas organizações deparamo-nos frequentemente com a questão “o meu chefe também vai receber esta formação”? A ideia é simples. Se o meu chefe mudar, então eu poderei mudar.
Caso contrário, todos os meus esforços serão em vão.

A abordagem da LIFE Training, baseada num forte acreditar nos recursos que cada ser possui, é um estímulo claro a que cada um assuma a responsabilidade por aquilo que quer e implemente estratégias práticas para lá chegar!
Independentemente do lugar que cada um ocupa na hierarquia, se quiser pode transformar-se num Mágico que modifica a realidade em que se envolve! Já vi isto acontecer em dezenas de empresas, com vendedores a mudarem departamentos, secretárias a mudarem direções.

Tudo depende da crença que cada um tem em relação ao que quer, à força que a mudança tem (muitas vezes dizemos que gostaríamos de mudar coisas e não investimos energia para que tal possa realmente acontecer).

Claro que nem sempre as pessoas em cargos mais altos nas organizações vêem com conforto a possibilidade de qualquer um poder iniciar processos de mudança. Esse é, no entanto, o poder da natureza humana. Qualquer um pode ser Mágico, desde que assuma a responsabilidade e esteja disposto a agir até alcançar o resultado a que se propõe!

Pedro Vieira, Master Trainer e CEO LIFE Training

Seja um mágico na sua empresa, com Coaching!
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Liderança real

Há muitos anos que um dos temas de eleição da formação para executivos é a liderança.

Progressivamente, o interesse pela temática foi-se alargando a muitas outras pessoas, proliferando os cursos, teorias, abordagens e literatura sobre a nobre arte de liderar.

Neste artigo, gostaria de lhe apresentar uma visão mais intimista e poderosa da liderança, mais real e adaptada às necessidades de hoje, mostrando-lhe um caminho baseado na auto-liderança. Chamo-lhe neuroliderança, com a intenção de colocar o foco do leitor no seu próprio sistema neurológico, ou seja, em si mesmo! Numa abordagem mais virada “para fora”, podemos discutir estratégias de comunicação, táticas de intervenção, processos de tomada de decisão, técnicas de gestão.

Quando aumentamos a profundidade da análise, acederemos a uma galeria de estados emocionais, utilização da fisiologia, padrões de pensamento, filtros mentais, etc. E é precisamente aqui, acredito eu, que começa a mais apaixonante aventura de cada um na descoberta do seu próprio processo de liderança.

Em pleno século XXI, encontro ainda muitas pessoas que têm dificuldade em descrever com exatidão os seus relacionamentos (incluindo os profissionais) e em desenhar estratégias de sucesso para melhorarem os seus resultados. Por vezes procuram no exterior a resposta para as suas interrogações, buscando nos gurus e escolas de pensamento de gestão as fórmulas secretas para se imporem como líderes. Quando começam, por oposição, a explorar o seu interior descobrem que podem aprender a gerar e gerir os estados emocionais que lhes vão permitir tornarem-se eficientes líderes de si próprios e assim, pela via do exemplo e inspiração, também influentes líderes dos contextos em que se movimentam.

Se esta abordagem lhe está a parecer, caro leitor, sobretudo abstrata… então está cem por cento correto. É que as respostas à pergunta “o que devo fazer para me tornar um excelente líder” vão depender da especificidade do contexto. Agora a resposta à pergunta “como me posso tornar um líder excelente”, essa está totalmente ligada à gestão do seu sistema, à capacidade de gerar pensamentos e de usar o seu corpo de forma positiva para gerar emoções poderosas. Bem-vindo ao mundo da neuroliderança e do coaching, em que aprenderá também a fazer isto dentro do contexto da gestão de equipas e do desenvolvimento das organizações. Melhores pessoas, melhores organizações, melhores resultados são o objetivo desta abordagem.

Usando os mais recentes estudos na área de comportamento, o desenvolvimento destas áreas dentro da liderança vai provavelmente permitir-lhe perceber os seus próprios processos de decisão, melhorar a comunicação e usar mais eficazmente os seus próprios recursos. Pessoalmente, acompanhei já milhares de pessoas na adoção de alguns destes princípios nas suas vidas pessoais e profissionais, pelo que sou um natural adepto desta poderosa abordagem que parte do individuo para a sociedade, do líder para a equipa. Independentemente da sua função e papel social, torne-se um líder, utilizando eficazmente os seus recursos para se tornar na melhor versão de si próprio. Até onde acha que pode chegar? Qual o máximo impacto positivo que acredita poder ter?

Para o fazer vai ter que aprender a definir com clareza os seus objetivos e intenções, apurar a capacidade de observação e manifestar flexibilidade comportamental. Quem ganha com isto? O leitor, para começar. E também os coletivos de que faz parte e que beneficiam da existência de comportamentos adequados de liderança pessoal: a equipa, a empresa, a família. Consegue imaginar como será uma nação em que abundam os exemplos de líderes esclarecidos, comprometidos e eficientes? Eu consigo e vibro com esta ideia, cada vez mais real!

Pedro Vieira, Master Trainer e CEO LIFE Training

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