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A Importância da Inteligência Emocional nas equipas de Trabalho

por Equipa Life Training

 

Deixar as emoções fora do trabalho, desenhar um limite firme entre a vida pessoal e profissional é tão impossível quanto indesejável. Somos criaturas emocionais e comunicamos as nossas emoções constantemente – queiramos ou não. As nossas emoções são parte de quem somos e se as deixarmos “à porta” não podemos estar inteiros no nosso trabalho. O caminho para as empresas de sucesso é entender as emoções dos seus colaboradores e o potencial que elas têm no aumento da produtividade.

Uma investigação recente ( publicada no blog Atlassian ) analisou as emoções, o tipo, a sua qualidade, intensidade e frequência durante o cumprimento de tarefas ou desenvolvimento de projetos e a sua relação com a produtividade, em várias equipas de trabalho e as conclusões são muito interessantes.Deixamos aqui algumas delas:

As emoções que as pessoas mais frequentemente expressavam nos seus projetos de equipa eram confiança e expectativa – sinais positivos da produtividade da equipa.
Quando os membros de uma equipa confiam uns nos outros e estão entusiasmados com os resultados que estão prestes a alcançar toda a gente está altamente motivada para fazer um bom trabalho. A surpresa e o medo eram outras emoçõespresentes no decorrer do trabalho, bem como a raiva / irritação. De acordo com esta investigação, as equipas que demostravam uma alta performance eram as que menos tempo experienciavam raiva no seu trabalho, enquanto as equipas de baixa produtividade experienciavam raiva e irritação no valor máximo detetado (30% do tempo).

Isto não quer dizer que as equipas mais produtivas não sintam emoções como raiva e irritação, apenas significa que o tempo e a forma como essas emoções são expressas e resolvidas torna uma equipa mais produtiva. A expressão das emoções “negativas” pode ser uma oportunidade para clarificar questões , criar conexão e confiança e crescimento de todos.Verificou-se também que as equipas de alta performance experienciavam duas vezes mais emoções positivas do que as equipas mais fracas. Equipas feliz fazem o trabalho – podia ser uma boa conclusão para este estudo!

Outras emoções importantes nas equipas eram o entusiasmo e a sensação de se sentirem no controlo, empoderadas em relação ao projeto a desenvolver ou tarefa que tinham para cumprir. Aqui ficam algumas sugestões para que este conhecimento se torne útil e o possas pôr em prática com a tua equipa, no teu local de trabalho (ou partilhares este post para com o teu chefe ou CEO da tua empresa!)

▸Reconhecer que as emoções são uma parte importante do trabalho e conseguir criar uma cultura de trabalho aberta onde as pessoas se possam expressar.

▸Nas tarefas / projetos em que as pessoas estejam a expressar emoções como raiva ou medo, clarifica as coisas, esclarece as questões “quentes” para que esses sentimentos se resolvam.

▸As emoções “positivas” são muito importantes para a produtividade das equipas – assegurar que as pessoas as estejam a sentir , por exemplo, celebrando as vitórias e promovendo o bem estar de cada colaborador.

▸Não permitir que as equipas se sintam sem certezas, sem controlo ou competências para uma tarefa – isto aumenta a ansiedade e baixa a produtividade.

▸Focar no sucesso de cada pessoa, na sua satisfação e realização pessoal e não só no cumprimento da tarefa.

Afinal o maior recurso da tua equipa são as pessoas.

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Como motivar pessoas para resultados

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Equipas inspiradas são equipas produtivas!

Diversão e Inspiração, Estratégia, Criação ou personalização de conceito, Acompanhamento pós formação… e muito mais que não dizemos… acompanham os nossos eventos de equipa e team buildings!

Comprove, vendo o vídeo aqui.
E fique à vontade para o reencaminhar!

Votos de muita inspiração com ligação,
Equipa LIFE Training

3º e 4º Fatores críticos de sucesso em eventos

Nesta série de artigos sobre aqueles que são os fatores que fazem a diferença e garantem a base para um evento inspirador, começámos por definir objetivos e passámos pela garantia de envolvimento dos participantes. Hoje apresentamos o 3º e 4º fatores críticos.

Fator crítico 3 – Adequação do local, som, iluminação e imagem
Tendo em conta, em primeiro lugar, que o local deverá ser escolhido tendo por base o alinhamento do programa, passamos agora para as condições do mesmo.

A par do conforto físico dos participantes, desde a certeza que as cadeiras são confortáveis – com apoio, por exemplo, se houver lugar para notas-, a visibilidade direta para os intervenientes (sem colunas ou outros obstáculos que quebrem o impacto visual), as condições de luz, som e imagem são absolutamente primordiais.

Especificamente, no caso de haver lugar para apresentações em powerpoint, importa fazer testes ao projetor e escolher a melhor localização para o mesmo. O ideal, caso se trate de um evento de grande escala (a partir de 200 participantes), será ter dois projetores, um de cada lado da sala (orador ao centro, e mantendo a luz do powerpoint afastada do orador).

Outro aspecto importante é a iluminação geral, no público, e a luminosidade baixa necessária para uma visualização dos slides. Estas condições existem, é só encontrar o local certo que possua as mesmas, ou criar soluções que colmatem a necessidade.
Trata-se de um “pormenor” importante, pois eventos às escuras promovem o cansaço e talvez o aborrecimento (que é a antítese da inspiração)!

Relativamente aos slides de apresentação propriamente ditos, será interessante que o orador interno tenha um template do mesmo, com imagem cuidada (cuidado com as imagens que não têm qualidade, e aparecem pixelizadas ou baças na tela). Cada slide deverá ter no máximo 5 palavras (lembrete: os slides são apenas um apoio à apresentação). Se necessário for, providenciem cópias de dados que sejam importantes e acima de tudo essenciais para os participantes.

O som é também essencial testar, de preferência no dia anterior ao evento. Demasiadas vezes vimos clientes a prepararem eventos fantásticos (onde nos contratam uma palestra ou outra dinâmica mais simples, sem mais responsabilidades), e o som, no dia, falha, provocando stress nos organizadores. Trata-se de mais um ponto fulcral.

Fator crítico 4 – Preparação dos intervenientes

Aquando da marcação do evento, certifique-se que as pessoas que fazem parte do evento (oradores):
* Sabem o que vai acontecer em pormenor e o que é esperado delas; no caso optar pela participação de um/a orador/a externo/a, contacte-@ o mais breve possível.
* Estão ao corrente do propósito geral e dos objetivos específicos
* Estão alinhadas com os mesmos
* Estão preparadas para criar impacto na audiência (Se não, a LIFE Training pode ajudar, formamos diretores neste tipo de competência!)

Depois de se certificar dos pontos anteriores, reflita sobre o que pode fazer para os ajudar a preparar-se!

De resto, importa ir revisitando as suas tarefas, ajustando resultados e intenções e monitorizando os processos com consistência.

Por agora, é esta informação base, no que diz respeito às condições base a assegurar quando organizamos eventos inspiradores.
Esperamos que lhe seja útil, desafiadora e inspiradora à alta performance q.b.!

Ana Vieira e Beatriz Costa, responsável de eventos e gestora de comunicação LIFE Training

Necessita de ajuda na organização dos seus eventos? Contacte-nos por email ou telefone (229 024 228) !

2º fator crítico de sucesso em eventos

Depois de definirmos objetivos, o segundo fator crítico de sucesso diz respeito ao Envolvimento dos participantes.

Antes de tudo, convidamo-l@ a olhar para os participantes deste evento como autênticos clientes (não internos, nem como colegas; por um momento veja-os como clientes), e a colocar-se no lugar de um deles.

Depois, deverá responder a uma série de perguntas, de forma a fazer uma reflexão prévia que ajude a prever situações e garanta determinadas condições de conforto, acesso à informação (sobre o evento e no próprio) e potencial de ligação pós evento – sem esta, o envolvimento não é tão facilitado.

Perguntas:
* Como é que essa pessoa poderia sentir-se envolvida no evento?
* O objetivo específico já foi transmitido? De que forma?nbsp;
* Faz sentido partilhar o objetivo por completo, ou deixar espaço para surpresa?
* As condições de conforto estão asseguradas, e conforme o alinhamento do programa?nbsp;

Por exemplo, já assistimos a eventos muito focados no convívio e na interação, sem forma de as pessoas circularem livremente… E se o evento pressupõe apresentações, a escolha de mesas redondas (em que pessoas ficam de costas para o orador), será a melhor escolha? Não, há melhores soluções. E em prol do envolvimento, vamos encontrá-las!

Tratando-se de um evento de convívio que simultaneamente compreende apresentações/palestra, provavelmente faz muito sentido que as mesmas sejam apenas apresentadas antes da refeição (devido à existência de bebidas alcoólicas à refeição).

Pré e pós evento:
Dependendo sempre do propósito do evento, acreditamos que o ideal é que haja sempre lugar a pelo menos 2 comunicações em formato “teaser” sobre o evento a cada participante. O formato pode ser físico (como um cartão/convite), ou virtual, como um email, um vídeo, uma imagem com mensagem, ou ainda de outros formatos. Ponha a sua criatividade a funcionar!

Estas deverão ser concisas, sempre com data, local e hora e nome do evento. Este é o mínimo, para que as pessoas possam aceder à informação.
Se acrescentar um elemento inspiracional, melhor. Uma fotografia de boa qualidade, uma frase do baralho de cartas inspirador da LIFE Training… Quanto mais conseguir surpreender ou suscitar curiosidade, mais interessante se torna, provavelmente!

O que vai acontecer depois do evento (uns dias depois)? Vai enviar uma fotografia, um agradecimento inspirador, uma ação de reconhecimento? De que forma vai surpreender os vossos “clientes”? Pense nisto também, vale a pena!

Cada vez mais temos tido o privilégio de acompanhar empresas em eventos de comunicação de resultados, em mudanças de paradigma organizacional ou de liderança, em reformulação de valores, em eventos de acolhimento de novos colaboradores ou preparação dos mesmos, etc. E podemos dizer que há cada vez mais empresas a escolher marcar muito mais do que positivamente os seus colaboradores, aproveitando cada momento em que o podem fazer.

…A querer efectivamente inspirá-los!

Por hoje é tudo. No próximo artigo partilhamos o 3º e 4º factor. Até lá, votos de muita inspiração prática no planeamento dos vossos eventos, é o que lhe desejamos!

Ana Vieira, responsável de eventos e Beatriz Costa, gestora de comunicação

Ver artigo anterior Ver 3º e 4ª fatores críticos de sucesso

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