Category: Desenvolvimento Pessoal (Page 1 of 2)

Cronotipo & Produtividade

por Equipa LIFE Training

Na sua recente investigação Daniel Pink, fala-nos da importâcia de sincronizarmos o nosso dia a dia com o nosso cronotipo – o nosso humor e desempenho variam ao longo do dia.

Aqui fica uma técnica muito simples para descobrires o teu: a que horas acordas aos fins de semana ou dias livres? Continuas a acordar bem cedo, mesmo sem o despertador, então és uma “Cotovia” ( mais ativo logo de manhã, com uma quebra a meio do dia e uma ligeira retoma ao final do dia). Se acordas bem mais tarde és uma “Coruja” ( e para ti o dia segue a ordem inversa).

Embora possamos estar dependentes dos horários fixados pelo nosso trabalho ou circunstâncias da nossa vida familiar, por exemplo, podemos sempre ter alguma flexibilidade em como, ou com o que, ocupamos as diferentes partes do dia, tirando mais partido do nosso cronotipo, e provavelmente sentido menos cansaço e dificuldades em algumas tarefas, adaptando o tipo de trabalho que temos de fazer. Aqui fica o cronograma:

Se és uma Cotovia, de manhã dedica-te a tarefas analíticas , que requeiram pensamento organizado e sistematizado e à tomada decisões; deixa o final tarde inicio da noite para tarefas onde precises usar o pensamento criativo ou divergente. Se és uma Coruja inverte esta ordem!

Tem em mente que todos passamos por um “vale” – mais ou menos a meio do dia – onde a atenção, energia e humor estão no seu mínimo e podemos proteger-nos tirando algum tempo para uma pausa ou fazendo pausas mais frequentes e deixando as tarefas menos exigentes ou importantes para esse tempo.

Da mesma forma, protege o teu “pico” e “momento de retoma” nunca desperdiçando a fazer “recados”, tarefas simples ou que te exigem menos capacidade mental.

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Preparado para Re-escrever a Tua História ?

por equipa LIFE Training

Os seres humanos desejam Congruência – queremos ser verdadeiros connosco próprios e atuar de uma maneira consistente com aquilo em que acreditamos e valorizamos, queremos viver e trabalhar de forma autêntica.

Esta busca pela congruência já vem no nosso equipamento de base , os nossos cérebros criam coerência entrelaçando as nossas experiências internas e o que observamos no nosso ambiente, através de um processo automático de narração que explica porque fazemos o que fazemos. À medida de repetimos as histórias que daí resultam para nós próprios  (muitas vezes inconscientemente) elas tornam-se guiões e rotinas que guiam as nossas ações. E em vez de reconhecermos as nossas histórias como construções que são, vemo-las, erradamente, como verdades imutáveis , como “as coisas são”.

Nos processos de Coaching e desenvolvimento de liderança encontramos muitas pessoas que moldaram a forma como pensam e lideram (“tudo é sempre uma batalha nesta empresa”, por exemplo.)

Para o bem e para o mal as nossas histórias moldam aquilo em que reparamos e como interpretamos o que acontece. Elas influenciam as nossas tomadas de decisão e o nosso comportamento. Se, por exemplo, vês o teu local de trabalho como um campo de batalha vais esperar hostilidade, vais preparar-te para atacar e defender. Podes assumir que discussões são inevitáveis, interpretar mal as intenções dos colegas e perder oportunidades para colaborar. Na verdade, se mudares a história que te guia isso pode levar-te a perseguir novos objetivos e fazer as coisas de forma diferente, obtendo resultados diferentes.

O primeiro passo para nos libertarmos das histórias que usamos para viver a nossa vida é identificar e examinar essas mesmas histórias que continuamente contamos a nós próprios e aos outros. Isto ajuda-nos a entender aquilo que valorizamos – ou  ao que estamos a dar valor sem sequer querer – e porque agimos e reagimos da forma que o fazemos. Identificar um desafio pessoal ou coletivo que estamos a enfrentar e descobrir o que dizemos sobre isso pode ser uma boa forma de começar.

Uma vez que identifiques a tua história, o passo seguinte é considerar como é que ela te afeta: é libertadora, possibilitadora ou aflige-te, “aperta-te”?
O teu estado físico pode dar-te pistas. O A tua narrativa faz-te sentir livre e com escolha? Há conexão ou desconexão entre aquilo que queres e a narrativa que justifica a forma como pensas e te comportas?

Se descobrires que algum dos guiões que tens na tua vida te limitam , o passo seguinte é considerar aquilo que gostavas de mudar e como a tua história precisaria de se adapatar ou alterar para te ajudar a conseguir a mudança.

Quando nos apercebemos que os nossos comportamentos têm origem nas histórias que construímos e repetimos até que ficam “escritas na pedra”, tornamo-nos mais capazes de sermos autores de histórias mais libertadoras.

Reconstituindo as nossas narrativas de forma a que elas nos ajudem a mover na direção que, na verdade, queremos é um processo de Escolha e de Intenção – de buscar sentido para a nossa vida.

Qualquer líder pode começar a desenvolver esta capacidade poderosa aprendendo a reconhecer as narrativas que orientam a sua vida – individualmente e colectivamente como uma equipa ou organização – analisando os seus efeitos em si e nos seus colaboradores e colegas e reescrevendo-as e refinando-as para que se dê mais ênfase aos elementos que nos empoderam e menos aos que nos limitam.

As recompensas de o fazer incluem um cada vez maior sentido de humanidade, congruência e liberdade.

traduzido e adaptado de : Harvard Business Review

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Um caminho para a Alegria

por Equipa Life Training

 

Muitas vezes não é o que fazemos mas a forma como fazemos, os contratempos, o contexto, as reações dos outros, o momento e a disposição com que fazemos algo que nos torna realmente infelizes (no trabalho, nas relações familiares, nas tarefas domésticas e do dia a dia).

Há muita investigação que confirma que agimos e tomamos determinadas decisões e comportamentos ora em busca de algo, na procura do prazer, com uma orientação positiva ou de aproximação ora evitando algo, dominados pelo medo, com uma orientação negativa ou por afastamento.

Um estudo da University of Maryland provou que há impactos muito diferentes nas nossas mentes e estados de espirito, destas duas formas de levar a vida:

No evitamento as mentes ficam fechadas, desencadeiam-se caminhos de aversão, aumento do stress, da sensação do perigo, enfraquece-nos a criatividade e a flexbilidade na resolução de tarefas e nas relações com os outros. Ao contrário, quando nos deixamos guiar pela motivação ou por encontramos uma “recompensa” positiva no que estamos a fazer, a mente “abre-se”, relaxa e descontrai, ficamos mais brincalhões e receptivos aos outros e a novas ideias.

Quantas vezes não realizamos tarefas, fazemos coisas de forma crítica, com muito esforço, pensamento e preocupação à mistura, contrariados – isto vai ativar o sistema de aversão da nossa mente, que nos torna mais ansiosos, menos criativos e menos flexiveis. Se fizermos a mesma coisa de coração aberto, de forma prazeirosa, com aceitação, ativamos o sistema de aproximação e a nossa vida vai tornar-se mais rica, mais calorosa, mais flexivel e mais criativa.

Se nos sentirmos (seja em que área da vida for) encurralados, sem saída – envolvidos em esforço constante, por medo de perder algo, ou por perfecionismo, com medo de retaliações, ou por termos crenças sobre o merecimento, o perigo ou o que é preciso fazer – , e embora isso nos possa ter ajudado a atingir determinadas metas ou objetivos, é hora de perceber que agora já não serve, só está a deixar-nos esgotados, envolvidos numa espiral negativa, com a alegria de viver soterrada por tanto peso – é hora de começar a trilhar o caminho da Alegria!

nossa fonte: OMC Oxford Mindfulness Centre & Mindfulness: Finding Peace in a Frantic World

 

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Felicidade e Desenvolvimento Pessoal

por Equipa Life Training

 

Há uma corrente que defende que a felicidade é um sentimento subjetivo que advém de termos sensações agradáveis no nosso corpo. A teoria da felicidade “prozac” defende que esta depende da produção de hormonas do bem estar pelo nosso organismo e acredita que para sermos felizes precisamos de recriar e trabalhar no nosso sistema bioquimico.

Há outra corrente que afirma que a felicidade não é o excedente de momentos agradáveis sobre momentos desagradáveis. A felicidade consiste em entender a vida como um todo, como sendo algo significativo e que vale a pena. Existe um importamente componente cognitivo e ético na felicidade. Os nossos valores fazem toda a diferença. Uma vida com significado pode ser extremamente satisfatória mesmo no meio de enormes provações, ao passo que, se for insignificante é toda ela uma provação, por muito confortável que seja.
O significado que atribuímos às nossas experiências explica grande parte das sensações de bem -estar ou mal -estar com a vida.

E há ainda uma filosofia milenar que nos diz que todos os nossos sentimentos subjetivos são apenas vibrações fugazes que se alteram a todo o instante e que a busca da felicidade é a busca da serenidade e da não valorização desses sentimentos subjetivos, agradáveis ou desagradáveis.
Estará, então, a felicidade na procura do bem -estar físico e no que nos dá prazer? Estará no auto-conhecimento e na análise das crenças e valores que nos servem ou não? Estará na resignificação , no relaxamento e na desvalorização dos fatores internos e externos de bem ou mal-estar?

A Felicidade é um assunto que nos apaixona – e não o tratamos de ânimo leve, por cá.
Refletimos e aprendemos de várias fontes, exploramos linhas de pensamento e partilhamos diferentes ferramentas e técnicas que, acreditemos, ajudam cada pessoa a aproximar-se mais de quem é, na verdade.

E se há sentimento que prevaleça durante as nossas Certificações , Eventos  e Formações é … a Felicidade!

vê na nossa Agenda as próximas Certificações e Eventos

A Importância da Inteligência Emocional nas equipas de Trabalho

por Equipa Life Training

 

Deixar as emoções fora do trabalho, desenhar um limite firme entre a vida pessoal e profissional é tão impossível quanto indesejável. Somos criaturas emocionais e comunicamos as nossas emoções constantemente – queiramos ou não. As nossas emoções são parte de quem somos e se as deixarmos “à porta” não podemos estar inteiros no nosso trabalho. O caminho para as empresas de sucesso é entender as emoções dos seus colaboradores e o potencial que elas têm no aumento da produtividade.

Uma investigação recente ( publicada no blog Atlassian ) analisou as emoções, o tipo, a sua qualidade, intensidade e frequência durante o cumprimento de tarefas ou desenvolvimento de projetos e a sua relação com a produtividade, em várias equipas de trabalho e as conclusões são muito interessantes.Deixamos aqui algumas delas:

As emoções que as pessoas mais frequentemente expressavam nos seus projetos de equipa eram confiança e expectativa – sinais positivos da produtividade da equipa.
Quando os membros de uma equipa confiam uns nos outros e estão entusiasmados com os resultados que estão prestes a alcançar toda a gente está altamente motivada para fazer um bom trabalho. A surpresa e o medo eram outras emoçõespresentes no decorrer do trabalho, bem como a raiva / irritação. De acordo com esta investigação, as equipas que demostravam uma alta performance eram as que menos tempo experienciavam raiva no seu trabalho, enquanto as equipas de baixa produtividade experienciavam raiva e irritação no valor máximo detetado (30% do tempo).

Isto não quer dizer que as equipas mais produtivas não sintam emoções como raiva e irritação, apenas significa que o tempo e a forma como essas emoções são expressas e resolvidas torna uma equipa mais produtiva. A expressão das emoções “negativas” pode ser uma oportunidade para clarificar questões , criar conexão e confiança e crescimento de todos.Verificou-se também que as equipas de alta performance experienciavam duas vezes mais emoções positivas do que as equipas mais fracas. Equipas feliz fazem o trabalho – podia ser uma boa conclusão para este estudo!

Outras emoções importantes nas equipas eram o entusiasmo e a sensação de se sentirem no controlo, empoderadas em relação ao projeto a desenvolver ou tarefa que tinham para cumprir. Aqui ficam algumas sugestões para que este conhecimento se torne útil e o possas pôr em prática com a tua equipa, no teu local de trabalho (ou partilhares este post para com o teu chefe ou CEO da tua empresa!)

▸Reconhecer que as emoções são uma parte importante do trabalho e conseguir criar uma cultura de trabalho aberta onde as pessoas se possam expressar.

▸Nas tarefas / projetos em que as pessoas estejam a expressar emoções como raiva ou medo, clarifica as coisas, esclarece as questões “quentes” para que esses sentimentos se resolvam.

▸As emoções “positivas” são muito importantes para a produtividade das equipas – assegurar que as pessoas as estejam a sentir , por exemplo, celebrando as vitórias e promovendo o bem estar de cada colaborador.

▸Não permitir que as equipas se sintam sem certezas, sem controlo ou competências para uma tarefa – isto aumenta a ansiedade e baixa a produtividade.

▸Focar no sucesso de cada pessoa, na sua satisfação e realização pessoal e não só no cumprimento da tarefa.

Afinal o maior recurso da tua equipa são as pessoas.

contacta-nos para mais informações 

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