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Gisela Fonseca Raposeiro fala-nos sobre o impacto do Coaching na vida profissional

Gisela Fonseca Raposeiro Gestora de Comunicação em Saúde, Merck

Qual o impacto que a certificação em Coaching teve no desempenho das suas funções profissionais?
A certificação de Coaching funcionou como a metodologia que me faltava para poder utilizar todas as ferramentas adquiridas nas certificações de PNL. Sentia que tinha as ferramentas, mas faltava-me o método para  as aplicar. Com o Coaching tudo ficou mais claro, agora percebo onde estou (o meu ponto A) e quais os processos / dinâmicas que preciso de introduzir para chegar ao meu ponto desejado (ponto B). No que respeita ao desempenho das minhas funções está certificação foi fundamental para obter uma melhor dinâmica/ resultados quer comigo quer com os meus clientes. Dou por mim a fazer coaching diariamente com os meus clientes.E confesso que é muito gratificante o feedback que me dão, mesmo sem terem qualquer noção de coaching…

Indique as 3 ferramentas que mais utiliza no seu dia-a-dia profissional:
As ferramentas que mais utilizo são o Modelo LASEr do Pedro Vieira, Rapport e o conjunto de Perguntas poderosas.

Recomendaria esta certificação com nota 10. Se as empresas querem profissionais de excelência deviam apostar neste tipo de certificação para os seus colaboradores.

Marisa Aguiar Leite fala-nos sobre o impacto do Coaching na vida profissional

Marisa Aguiar Leite  – Head of Learning and Development, Grupo Ageas Portugal

Qual o impacto que a certificação em Coaching teve no desempenho das suas funções profissionais? Coincidência ou talvez não, pouco tempo após a certificação em Coaching surgiu uma oportunidade de progressão de responsabilidade profissional com um desafio que há algum tempo procurava: liderar uma equipa.
Num contexto de profundas mudanças na organização em que trabalho, considero que os conhecimentos e prática de coaching, aliado à PNL, têm sido fundamentais para manter a equipa resiliente, confiante, motivada e focada em dar o seu melhor, quer perante a própria equipa quer perante os outros.
O autoconhecimento e trabalho pessoal para uma maior eficácia nos processos de comunicação/influência positiva são dois dos aspetos que todos os dias ativo de forma consciente e intencional. Tenho-me tornado numa pessoa mais segura perante os desafios, com menos receio de falhar; sem dúvida bastante mais flexível.

Indique as 3 ferramentas que mais utiliza no seu dia-a-dia profissional:
Autocoaching; Definição de objetivos com uma intenção clara na base, sem esquecer o fator inspiração; Desafiar os outros a irem mais longe através de coaching informal.

Recomendaria esta certificação com nota 10.

Nuno Oliveira fala-nos sobre o impacto do Coaching na vida profissional

Nuno Oliveira | Group Leader de uma equipa de engenharia de desenvolvimento de produto, Bosch Termotecnologia

Qual o impacto que a certificação em Coaching teve no desempenho das suas funções profissionais?
Com a certificação em Coaching tornei-me mais atento ao que se passa em meu redor e fiquei alerta aos diferentes tipos de comportamento das pessoas da minha equipa. Desta forma tenho procurado tornar-me mais flexível de forma a criar rapport.
De igual forma, aproveitei pequenas técnicas, como a cadeia de excelência, para melhorar e adaptar o meu comportamento à necessidade de cada momento.
Não menos importante, utilizo frequentemente o modelo de alinhamento para fazer um seguimento de decisões importantes e as suas consequências.

Indique as 3 ferramentas que mais utiliza no seu dia-a-dia profissional: 
Modelo de alinhamento, Cadeira de Excelência, Modelo LASEr do Pedro Vieira

Recomendaria esta certificação com nota 9.

A maior incongruência no mundo das empresas…

Já trabalhei (como consultor, formador e coach) com mais de 150 empresas – vários tamanhos, várias indústrias, várias nacionalidades. A maior incongruência que noto na maioria das empresas? A afirmação de que o mais importante são as pessoas. Embora, quase sempre, a afirmação seja sentida, raramente é acompanhada de processos realmente voltados para as pessoas, para os colaboradores. Entrega-se formação de desenvolvimento pessoal, disponibilizam-se ferramentas, avançam-se com eventos de motivação e reconhecimento. Mas, implementa-se, realmente uma cultura focada nas pessoas e nas suas necessidades? Ou continua-se a jogar o velho jogo de “o que interessa, no final do dia, são os resultados”?

Fazem-se congressos sobre liderança, contratam-se palestrantes para motivar para o alto desempenho, desenham-se procedimentos para estimular o equilibro. Ultimamente, muitas empresas apostam na organização de sessões de mindfulness (uma das coisas que mais me pedem nos últimos meses) ou sessões de life coaching. E as chefias, vão participar? E os gestores de equipa, vão aprender e aplicar processos de desenvolvimento pessoal? E os diretores, vão envolver-se na criação dos programas? E quem lidera, vai fazê-lo de facto com o foco nas pessoas? Não, diz-se na maior parte das vezes, o que precisamos é de aumentar a motivação dos vendedores, ou de melhorar o clima social das equipas, ou de orientar para os resultados, ou de incrementar o foco no desempenho.

Percebes a incongruência?

O que fazer, então? A minha sugestão é que se possa implementar, à séria, uma cultura de coaching, focada no individuo e no desenvolvimento de equipas. Uma cultura onde os resultados são olhados como consequências marginais de termos integrado as necessidades dos colaboradores com a visão da empresa ao ponto de todos usarem da melhor forma os seus recursos porque… assim o querem!

Pessoalmente, gosto de o fazer trazendo responsáveis pelas equipas, diretores ou gestores com capacidade de influência (incluindo, quando possível, CEOs ou diretores gerais) até às Certificações Internacionais em Coaching da LIFE Training. Além de ser muito bom para mim (como facilitador destes cursos) pois posso influenciar simultaneamente dezenas de pessoas – e indiretamente as suas organizações – este é uma estratégia que permite viver congruentemente a ideia de que “o mais importante são as pessoas”:

  • ao participarem no curso, os líderes ou futuros líderes, incorporam uma forte atitude de coaching nas suas vidas, aprendendo a observar, compreender e influenciar o seu comportamento e os dos outros;
  • mais do que falarem sobre isso, começam a afetar positivamente as suas organizações com ações deliberadas e eficientes de desenvolvimento do potencial humano;
  • direta e indiretamente começam um processo de aculturação, em que os princípios orientadores do coaching começam a incorporar-se na cultura da organização

Adoro receber nos meus cursos ou palestras (ou na minha caixa de mensagens) testemunhos de pessoas que não conheço e que destacam a importância que os ensinamentos dos meus cursos geraram nas suas vidas – viam os seus líderes, que depois de aprenderem coaching, aplicaram as orientações nas suas empresas. É nesses momentos que a vivência da missão de “inspirar decisões apaixonadas” se torna mais óbvia.

Já certifiquei mais de 1000 praticantes de Coaching e PNL (Programação Neuro Linguística), muitos deles oriundos de organizações. Da banca à distribuição, do futebol às telecomunicações, da mediação imobiliária às farmacêuticas, têm sido inúmeras as indústrias a aprenderem e desenvolverem a capacidade de colocar as pessoas primeiro.

O que vai aprender ao estudar Coaching comigo e com a equipa de facilitadores profissionais da LIFE Training?

  • A definir poderosas intenções pessoais, que guiarão e orientarão a tomada de decisão
  • A observar cuidadosamente, para inferir estilos de comportamentos, necessidades psicológicas e definir programas de influência
  • A estabelecer relações profundas e significativas com pessoas & equipas
  • A orientar através de perguntas, usando questões poderosas para gerar descobertas e novas estratégias/soluções
  • A definir objetivos pessoais integrados nos objetivos organizacionais, criando ligações ótimas entre motivações pessoais e de grupo
  • A estabelecer tarefas e planos de ação adaptados ao individuo
  • A resgatar e estimular recursos pessoais internos, as surpreendentes forças que todos têm dentro de si
  • A lidar com desafios e objeções com optimismo e energia positiva
  • A comunicar de forma envolvente e eficaz
  • A praticar na primeira pessoas os processos de coaching para que possa fazê-lo de forma congruente com os outros

Descubra mais sobre os cursos de Treinamento da LIFE Treinamento ( aqui ) e viva “A Aventura de Uma Vida”, o nome pelo qual foi avaliado por ordem de nossos alunos. Experiência de alto impacto.

Questões? Estou por aqui para responder e ajudar!

de Pedro Vieira

www.pedrovieira.net

A emoção e a empresa

No contexto empresarial, as emoções são, muitas vezes, relegadas para segundo plano. Nalguns casos, chegam a ser combatidas e fortemente criticadas, como se existisse uma espécie de Inquisição dos tempos modernos (ou nem tanto)!
Considerar o desenvolvimento empresarial, de uma forma absolutamente lógica e determinada pode ser útil nalgumas situações, mas atente bem à origem de toda a decisão e ação, mesmo nessas situações.
Por mais que uma decisão e/ou ação aparente ser totalmente lógica, ela tem sempre por base uma emoção muito concreta. Mesmo quando o objectivo é, por exemplo, aumentar os lucros pelos lucros, existe uma emoção muito forte que, não só determina a definição desse objectivo, como também implica a existência de um conjunto de outras emoções para garantir o foco e a motivação para o atingir.
Na verdade, sem uma forte componente emocional, seria completamente impossível tomar qualquer decisão e avançar num qualquer sentido, dado que as variáveis são infinitas. E a definição de um objectivo tem sempre uma satisfação emocional por base, mesmo que esse objectivo seja: Lucro!
A emoção é a engrenagem que ajuda nas decisões mais críticas ou nas mais arrojadas.
É aquele sentido inexplicável que leva muitas vezes às decisões mais criativas e surpreendentes.
É a diferença entre a empresa que ninguém conhece e aquela que toda a gente segue.
É o lubrificante que garante a redução do atrito entre os diversos componentes da engrenagem e o incremento da vida útil dos mesmos. A lógica, ou a razão, define posteriormente o plano de ação e explica como tudo se deverá encaixar.
Sem emoção, a empresa perde o seu sentido. Sem a razão, a empresa não define o seu caminho, e perde-se.
As questões que deverá colocar são:
– Os objetivos estão a ser integrados pela minha equipa?
– Como posso desenvolver uma equipa sólida, criativa, focada e consistente?
– De que forma posso garantir que a minha equipa usa eficazmente as suas ferramentas a todo o momento, maximizando a sua performance e obtendo melhores resultados?
Numa entrevista em 2007 no D5, com Steve Jobs e Bill Gates, Jobs proferiu a seguinte mensagem final, totalmente alinhada com emoção:
“As pessoas dizem que tem de ser ter muita paixão pelo que se faz, e é totalmente verdade. E a razão para isto é porque é tão duro que, sem essa paixão, qualquer pessoa racional desiste. É mesmo muito duro, e é preciso persistir durante um determinado período de tempo. Portanto, sem paixão, sem diversão, desiste-se. E isso é o que acontece à maioria das pessoas. Se observar aqueles que são considerados bem sucedidos aos olhos da sociedade, são normalmente pessoas apaixonadas pelo que fazem, para que possam persistir quando as coisas se tornam muito duras. E aqueles que não têm paixão, desistem. Porque são pessoas sãs! Quem gosta de aguentar todo aquele sofrimento sem paixão?”
Na LIFE Training, debruçamo-nos precisamente sobre as questões comportamentais, das quais dependem as emoções. Colaboramos com centenas de empresas e ajudamos milhares de profissionais a consolidar a ideia de que a componente racional e analítica dos seres humanos está, no mínimo, em igual patamar à emocional. Ajudamos a moldar atitudes e a sedimentar hábitos que conduzem a uma maior satisfação na vida pessoal e profissional. É nesta base que desenvolvemos soluções à medida para organizações e particulares. Soluções para resultados.
Imagine agora a sua equipa ainda mais coesa, com uma elevada capacidade de adaptação e flexibilidade, extremamente determinada e consistente ao longo do tempo, cujos objetivos comuns são tão importantes como os objetivos individuais… Onde estaria neste momento?
Sérgio Rito, LIFE Training partner

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