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És o Líder que a tua empresa precisa?

por Equipa Life Training

 

Ter poder ou estar num lugar de chefia, como a investigação já demostrou, torna as pessoas, muitas vezes, obcecadas com os resultados e o controlo, e , consequentemente, leva-as a tratar os seus colaboradores como meios para atingir fins. Como a pesquisa demonstra*, isto ativa o medo nas pessoas – o medo de não atingir os objetivos, o medo de perder os bónus, o medo de falhar, de ser despedido – e como consequência as pessoas deixam de sentir emoções agradáveis , deixam de ter motivação para aprender ou experimentar coisas novas. Este tipo de liderança hierárquica está ultrapassada e é contraprodutiva – quando o líder se foca demasiado no controlo e nos resultados e não suficientemente nas pessoas, está a tornar muito mais difícil que a empresa, a equipa atinja, de facto, os objetivos desejados.

Por outro lado, quando vemos a liderança como uma forma de servir os outros, promovendo o seu crescimento pessoal, e fornecendo suporte – emocional, de recursos, de meios – para que tal aconteça , estamos realmente a ser o líder de que as pessoas , as organizações precisam. Uma líder que serve os seus colaboradores precisa de humildade, coragem e visão para admitir que pode beneficiar da experiência e sabedoria dos outros que têm menos poder do que ele. Este líder ativamente procura as ideias e as contribuições únicas dos seus colaboradores. E é assim que uma liderança servil cria uma cultura de aprendizagem mútua, uma atmosfera que encoraja os colaboradores a serem o melhor que podem /conseguem ser.

Humildade e servir os colaboradores não implica que os lideres tenham uma baixa auto-estima ou que tenham uma atitude de prestar vassalagem – pelo contrário! Este tipo de liderança realça a responsabilidade do líder em aumentar a autonomia, responsabilidade pessoal e autoridade dos colaboradores e o foco em encorajá-los a pensar por si próprios e a experimentar, partilhar, as suas ideias e novas abordagens. Para isto não podemos sentir-nos ameaçados ou ter pouca auto-confiança, precisamos de estar tão seguros do nosso papel e de quem somos e do nosso valor que não temos medo de deixar os outros ter poder, brilhar e desenvolver-se.

*pesquisas e texto baseado no trabalho de Dan Cable da London Business School

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A Importância da Inteligência Emocional nas equipas de Trabalho

por Equipa Life Training

 

Deixar as emoções fora do trabalho, desenhar um limite firme entre a vida pessoal e profissional é tão impossível quanto indesejável. Somos criaturas emocionais e comunicamos as nossas emoções constantemente – queiramos ou não. As nossas emoções são parte de quem somos e se as deixarmos “à porta” não podemos estar inteiros no nosso trabalho. O caminho para as empresas de sucesso é entender as emoções dos seus colaboradores e o potencial que elas têm no aumento da produtividade.

Uma investigação recente ( publicada no blog Atlassian ) analisou as emoções, o tipo, a sua qualidade, intensidade e frequência durante o cumprimento de tarefas ou desenvolvimento de projetos e a sua relação com a produtividade, em várias equipas de trabalho e as conclusões são muito interessantes.Deixamos aqui algumas delas:

As emoções que as pessoas mais frequentemente expressavam nos seus projetos de equipa eram confiança e expectativa – sinais positivos da produtividade da equipa.
Quando os membros de uma equipa confiam uns nos outros e estão entusiasmados com os resultados que estão prestes a alcançar toda a gente está altamente motivada para fazer um bom trabalho. A surpresa e o medo eram outras emoçõespresentes no decorrer do trabalho, bem como a raiva / irritação. De acordo com esta investigação, as equipas que demostravam uma alta performance eram as que menos tempo experienciavam raiva no seu trabalho, enquanto as equipas de baixa produtividade experienciavam raiva e irritação no valor máximo detetado (30% do tempo).

Isto não quer dizer que as equipas mais produtivas não sintam emoções como raiva e irritação, apenas significa que o tempo e a forma como essas emoções são expressas e resolvidas torna uma equipa mais produtiva. A expressão das emoções “negativas” pode ser uma oportunidade para clarificar questões , criar conexão e confiança e crescimento de todos.Verificou-se também que as equipas de alta performance experienciavam duas vezes mais emoções positivas do que as equipas mais fracas. Equipas feliz fazem o trabalho – podia ser uma boa conclusão para este estudo!

Outras emoções importantes nas equipas eram o entusiasmo e a sensação de se sentirem no controlo, empoderadas em relação ao projeto a desenvolver ou tarefa que tinham para cumprir. Aqui ficam algumas sugestões para que este conhecimento se torne útil e o possas pôr em prática com a tua equipa, no teu local de trabalho (ou partilhares este post para com o teu chefe ou CEO da tua empresa!)

▸Reconhecer que as emoções são uma parte importante do trabalho e conseguir criar uma cultura de trabalho aberta onde as pessoas se possam expressar.

▸Nas tarefas / projetos em que as pessoas estejam a expressar emoções como raiva ou medo, clarifica as coisas, esclarece as questões “quentes” para que esses sentimentos se resolvam.

▸As emoções “positivas” são muito importantes para a produtividade das equipas – assegurar que as pessoas as estejam a sentir , por exemplo, celebrando as vitórias e promovendo o bem estar de cada colaborador.

▸Não permitir que as equipas se sintam sem certezas, sem controlo ou competências para uma tarefa – isto aumenta a ansiedade e baixa a produtividade.

▸Focar no sucesso de cada pessoa, na sua satisfação e realização pessoal e não só no cumprimento da tarefa.

Afinal o maior recurso da tua equipa são as pessoas.

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Gisela Fonseca Raposeiro fala-nos sobre o impacto do Coaching na vida profissional

Gisela Fonseca Raposeiro Gestora de Comunicação em Saúde, Merck

Qual o impacto que a certificação em Coaching teve no desempenho das suas funções profissionais?
A certificação de Coaching funcionou como a metodologia que me faltava para poder utilizar todas as ferramentas adquiridas nas certificações de PNL. Sentia que tinha as ferramentas, mas faltava-me o método para  as aplicar. Com o Coaching tudo ficou mais claro, agora percebo onde estou (o meu ponto A) e quais os processos / dinâmicas que preciso de introduzir para chegar ao meu ponto desejado (ponto B). No que respeita ao desempenho das minhas funções está certificação foi fundamental para obter uma melhor dinâmica/ resultados quer comigo quer com os meus clientes. Dou por mim a fazer coaching diariamente com os meus clientes.E confesso que é muito gratificante o feedback que me dão, mesmo sem terem qualquer noção de coaching…

Indique as 3 ferramentas que mais utiliza no seu dia-a-dia profissional:
As ferramentas que mais utilizo são o Modelo LASEr do Pedro Vieira, Rapport e o conjunto de Perguntas poderosas.

Recomendaria esta certificação com nota 10. Se as empresas querem profissionais de excelência deviam apostar neste tipo de certificação para os seus colaboradores.

Marisa Aguiar Leite fala-nos sobre o impacto do Coaching na vida profissional

Marisa Aguiar Leite  – Head of Learning and Development, Grupo Ageas Portugal

Qual o impacto que a certificação em Coaching teve no desempenho das suas funções profissionais? Coincidência ou talvez não, pouco tempo após a certificação em Coaching surgiu uma oportunidade de progressão de responsabilidade profissional com um desafio que há algum tempo procurava: liderar uma equipa.
Num contexto de profundas mudanças na organização em que trabalho, considero que os conhecimentos e prática de coaching, aliado à PNL, têm sido fundamentais para manter a equipa resiliente, confiante, motivada e focada em dar o seu melhor, quer perante a própria equipa quer perante os outros.
O autoconhecimento e trabalho pessoal para uma maior eficácia nos processos de comunicação/influência positiva são dois dos aspetos que todos os dias ativo de forma consciente e intencional. Tenho-me tornado numa pessoa mais segura perante os desafios, com menos receio de falhar; sem dúvida bastante mais flexível.

Indique as 3 ferramentas que mais utiliza no seu dia-a-dia profissional:
Autocoaching; Definição de objetivos com uma intenção clara na base, sem esquecer o fator inspiração; Desafiar os outros a irem mais longe através de coaching informal.

Recomendaria esta certificação com nota 10.

Nuno Oliveira fala-nos sobre o impacto do Coaching na vida profissional

Nuno Oliveira | Group Leader de uma equipa de engenharia de desenvolvimento de produto, Bosch Termotecnologia

Qual o impacto que a certificação em Coaching teve no desempenho das suas funções profissionais?
Com a certificação em Coaching tornei-me mais atento ao que se passa em meu redor e fiquei alerta aos diferentes tipos de comportamento das pessoas da minha equipa. Desta forma tenho procurado tornar-me mais flexível de forma a criar rapport.
De igual forma, aproveitei pequenas técnicas, como a cadeia de excelência, para melhorar e adaptar o meu comportamento à necessidade de cada momento.
Não menos importante, utilizo frequentemente o modelo de alinhamento para fazer um seguimento de decisões importantes e as suas consequências.

Indique as 3 ferramentas que mais utiliza no seu dia-a-dia profissional: 
Modelo de alinhamento, Cadeira de Excelência, Modelo LASEr do Pedro Vieira

Recomendaria esta certificação com nota 9.

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