Category: Coaching (Page 1 of 3)

Liderança Confianca ponte

Liderança – Relações de chefia: uma questão de confiança

 

Um dos temas que mais interessa às organizações é o da liderança. Quer se tratem de empresas, instituições sem fins lucrativos, equipas desportivas, agrupamentos militares, etc, todas as organizações pressupõem a existência de liderança. Assumida por um ou partilhada por vários, a liderança é a arte de dirigir os recursos humanos para um fim comum, garantindo no processo que todas as pessoas se aproximam simultaneamente dos seus objectivos individuais.

É fácil fazê-lo? Pela minha experiência pessoal na gestão de equipas e no acompanhamento de muitas centenas de pessoas que o fazem diariamente, o segredo da liderança está na capacidade do líder criar e manter relações positivas e de confiança com os membros da equipa. E aqui começam os desafios!

Para que um líder possa obter a confiança dos outros poderá usar dois princípios poderosos e que não são regularmente muito desenvolvidos nas chefias, por falta de estímulo ou compreensão da sua importância. Em primeiro, aquele que quer obter confiança dos outros, tem de confiar em si próprio. A capacidade de confiar em si, vulgarmente designada de auto-confiança, é uma competência que pode ser aprendida, treinada e aprofundada.

Por razões várias, muitas pessoas aprendem a não confiar na sua própria capacidade e distanciam-se da utilização cabal dos seus recursos. Ora, o líder excelente gosta de viagens de auto-conhecimento para reforçar a confiança nas suas competências e adora expor-se a novos contextos e desafios para descobrir novas soluções e recursos. A descrição faz-lhe lembrar a sua chefia? E ressoa como verdadeira para si própri@?

Por outro lado, o líder também aprende a confiar nos outros como ponto de partida para as suas relações. Muitas vezes, há quem prefira começar no extremo oposto, começando por desconfiar primeiro para, se os comportamentos assim o justificarem, confiar depois. Como se sente quando alguém desconfia de si? E quando alguém mostra quase imediatamente que pensa em si como alguém em que se pode confiar? Como o líder excelente compreende este princípio, começa por confiar nas pessoas que o rodeiam!
Claro que o processo se complexifica quando estes dois princípios não estão presentes. Imagine o gestor de uma equipa empresarial que não confia em si e não confia nos outros. Como pode estabelecer-se uma verdadeira relação de liderança? Na realidade, acabamos frequentemente por observar o estabelecimento de relações de chefia, que são bem diferentes e menos eficientes. Numa relação de chefia usa-se autoridade validada pela posição em vez de autoridade conquistada pelas acções, usa-se imposição em vez de influência…

Esta é uma situação que cria enorme impacto na vida de milhões de pessoas, que diariamente são afectadas negativamente por relações laborais que não as satisfazem. Na minha opinião um dos caminhos mais eficientes é o de cultivar a liderança, ajudando chefes a aumentarem a confiança em si e nos outros e a assumirem a responsabilidade pela qualidade do seu trabalho e do das suas equipas! Uma pergunta que faço frequentemente a pessoas em posições de chefia é se gostariam de se tornar verdadeiros líderes. Para o fazerem, além de competências de gestão de recursos humanos e coaching, começar por aprender a confiar em si e nos outros é uma óptima aposta!

Pedro Vieira, Master trainer, coach, autor e CEO LIFE Training

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Líder coach [Infográfico]

 

Hoje partilhamos um infográfico sobre os benefícios que o estudo do Coaching traz aos líderes! Qual a diferença que faz diferença? Veja aqui.

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Parentalidade Consciente: 5 formas de resolver problemas

Não tenho “quick-fixes” para resolver mau comportamento ou situações stressantes entre pais e filhos. E posso partilhar orientações de parentalidade consciente que ajudam muito! 😉

Não tenho soluções rápidas e fáceis, porque… depende! De tudo: da criança, da situação, dos pais… de outras pessoas envolvidas etc. Mas hoje gostaria de te apresentar uma ideia de como se pode abordar qualquer situação que tivermos com uma criança, sendo ela o nosso filho, o nosso aluno, o nosso neto, sobrinho ou vizinho…

Ouve e vê!

Ouve o que a criança tem para te dizer, olhando para ela. Observando tudo que há por observar. Faz perguntas, mas poucas. Não julgues, não tentes encontrar soluções, não tentes apoiar, confortar ou mimar. Foca-te única e exclusivamente no ouvir e ver.

Envolve!
Envolve a criança na solução do problema/da situação. Uma solução encontrada pela própria criança é mais provável durar. Deixa a criança ser a dona dos seus problemas. O mais provável é que ela venha a ter muitos no futuro, e quanto maior treino, melhor! Tanto para a criatividade na resolução dos problemas como para a auto-estima e auto-confiança.

Dá tempo!
Pode ser que a criança não queira falar contigo quando é a hora mais adequada para ti. Dá-lhe tempo para encontrar a coragem ou a força para falar. Dá-lhe tempo para sentir o que está a sentir. Dá-lhe tempo para digerir. Dá-lhe tempo para encontrar uma solução. E dá-lhe do teu tempo! Avalia em cada situação a quem queres dar o teu tempo… é mais importante passar mais 5 minutos para dizer adeus na escola, ou chegar 5 minutos antes ao trabalho?

Conexão antes de correção!
É fácil entrar na onda de educar e corrigir a criança. De dizer o que está certo ou errado. De informar sobre o que outras crianças fazem, o que ela deveria fazer com àquela idade, o que é ser mal educado ou bem educado, o que se tem de fazer… A maioria das vezes que nos focamos na conexão com a criança, no cuidar da relação que temos com ela, a correção vem como consequência.

Pensa a longo prazo!
Não exijas resultados a curto prazo. Pensa na intenção global que tens em relação à educação dos teus filhos (ou das crianças com quais interages). Avalia tudo que fazes com isso em mente.

Mikaela Övén, Facilitadora Family Lab, instrutora de Mindfulness e formadora LIFE Training

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Mude as suas palavras, Mude a sua Vida

 

Muito se tem escrito, estudado, questionado: afinal, qual a importância das palavras? São apenas sons estruturados a que damos determinados significados? Estão “hard-wired” no nosso cérebro? Têm significado pessoal ou social?

Gostava que por uns instantes, imaginasse o seguinte:
Uma palavra e a forma como é dita é uma espécie de “password” para uma determinada zona do cérebro. De acordo com a palavra que diz, ouve ou pensa, é aberto um caminho para determinada zona do cérebro. Lá dentro tem acesso, através de complexas ligações neuronais, a toda a informação relacionada com essa palavra. De acordo com o contexto e com o valor emocional de cada uma das potenciais opções, escolhe o que trazer de volta antes de fechar essa zona e passar à seguinte.

Se alguém falar com um tom irónico, o seu cérebro tenderá a selecionar significados de acordo com esse contexto.
Se alguém usar o nome de uma pessoa importante para si, apesar do contexto não ser ligado a essa pessoa, poderá ter uma lembrança súbita dessa pessoa (pelo valor emocional elevado).

Este fenómeno faz com que as palavras tenham um poder enorme. Com as suas palavras dirige momentaneamente o seu sistema e o dos outros. Há quem perceba isto e dedique anos da sua vida a aprimorar a forma como fala e escreve, para que possa obter máximo poder influenciador. Há quem não perceba isto e fale e escreva de forma menos intencional (“mais pura e menos filtrada” poderia alguém dizer; “menos responsável e eficiente”, acrescento eu).

Em algumas palestras faço uma pequena brincadeira dizendo que às vezes, “em vez de falarmos sobre o que queremos e não falarmos sobre o que não queremos, falamos sobre o que não queremos e não falamos sobre o que queremos”.

Aquilo sobre que quero falar é sobre a sua comunicação e sobre como pode melhorar os seus resultados, aprendendo umas simples dezenas de técnicas e truques linguísticos que o/a ajudarão a ser mais consistente, eficiente e intencional. Acredito de tal forma nisto, por ter assistido a tantas situações em que as condições de alteram automaticamente, com base na alteração das palavras, que estou disposto a afirmar que …se mudar as suas palavras, muda a sua vida!

Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training

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Coaching: Toda a Verdade

 

Cada vez mais referências, notícias, livros e cursos indicam que o Coaching é uma atividade cada vez mais comum.

Há quem lhe chame um fenómeno da moda, há quem lhe atribua efeitos mágicos, há quem o utilize no desporto, nos negócios, nas relações românticas, na espiritualidade, na perda de peso, para alterar hábitos… E há quem faça do coaching um bicho de sete cabeças.

Afinal, o que é o Coaching?

Hoje, muito mais do que procurar descrições consensuais, vou escrever sobre o que da minha experiência é o Coaching.

Para mim, Coaching é, antes de mais, um PROCESSO! Como qualquer processo merecer ter um ponto de partida e um ponto de chegada. Em Coaching chamam-se muitas vezes a estes pontos: A e B.

A: Onde está?
B: Para onde quer ir?

Para muitos “coachees” (clientes ou pessoas que usufruem da ajuda de um coach) definir com clareza o ponto A é surpreendente, determinar o ponto B é …mágico!

Saber onde estamos é como tirar uma fotografia altamente detalhada à nossa vida. Uma daquelas fotos com tanta definição que podemos fazer zoom muitas vezes mantendo a qualidade da imagem. Pode ser um fenómeno fascinante mergulharmos na nossa própria vida a partir de um ponto de vista emocionalmente neutro. A ajuda do coach pode ser fundamental neste processo.

Saber para onde queremos ir é como retirar da nossa face uns velhos óculos com graduação desadequada, sujos e embaciados.

É trazer clareza ao nosso dia-a-dia e às nossas escolhas. Definir objetivos é uma competência de valor inigualável a que muitas pessoas fogem (por desconhecimento, por receio ou simplesmente por falta de disciplina). Quando o ponto B se torna conhecido, a MAGIA pode começar a acontecer, pois torna-se possível alinhar o comportamento com os resultados esperados. Novamente, o coach ou um bom método (como SPIDER, que descrevo com pormenor no livro “SPIDER – Como Definir Objectivos Irresistíveis”) podem ser essenciais.

Depois, Coaching é CONGRUÊNCIA! O Coach procura alinhar o comportamento do coachee com aquilo que ele quer, alinhar comunicação verbal e não verbal, eliminar desintegração de partes e dissonâncias cognitivas, suavizar dilemas.

E, finalmente… coaching é FLEXIBILIDADE! Partir de modelos fechados, sessões padronizadas, perguntas preparadas, guiões… é coaching de fraca eficiência. Um coach principiante pode utilizar estes métodos, desde que tenha consciência de que está a estudar e preparar-se para mais tarde os deixar.

Se o coach se sente inseguro ou pouco confiante em relação à sua capacidade de SER coach sem estas ferramentas de apoio padronizadas, então há que trabalhar na gestão do seu próprio estado e da construção de uma poderosa ligação de confiança com o seu inconsciente…

Acredito nos mais altos padrões de Coaching conforme definidos por pessoas como John Grinder (co-fundador da Programação Neuro Linguística). Observo diariamente muitas outras “formas” de Coaching que talvez pudessem ser chamadas de mentoring, consultoria, terapia ou ajuda.

Para ser sincero, quando estou perante alguém que consigo ajudar através de um processo de Coaching, preocupo-me muito pouco com as questões atrás descritas. E nem sempre lhe chamo Coaching. Às vezes chamo-lhe apenas “disponibilização dos meus recursos pessoais ao serviço de outros”. E fico contente com esta descrição.

Em 2014 decidimos que íamos colocar ao serviço do público em geral muito do que testámos já em ambiente empresarial, com centenas de pessoas, através da Certificação Internacional em Coaching. A par da PNL e do Mindfulness, é uma das nossas áreas de eleição!

Entre na aventura de uma vida! :)

Pedro Vieira, CEO e Master Trainer LIFE Training

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