Category: Coaching (Page 1 of 3)

A maior incongruência no mundo das empresas…

Já trabalhei (como consultor, formador e coach) com mais de 150 empresas – vários tamanhos, várias indústrias, várias nacionalidades. A maior incongruência que noto na maioria das empresas? A afirmação de que o mais importante são as pessoas. Embora, quase sempre, a afirmação seja sentida, raramente é acompanhada de processos realmente voltados para as pessoas, para os colaboradores. Entrega-se formação de desenvolvimento pessoal, disponibilizam-se ferramentas, avançam-se com eventos de motivação e reconhecimento. Mas, implementa-se, realmente uma cultura focada nas pessoas e nas suas necessidades? Ou continua-se a jogar o velho jogo de “o que interessa, no final do dia, são os resultados”?

Fazem-se congressos sobre liderança, contratam-se palestrantes para motivar para o alto desempenho, desenham-se procedimentos para estimular o equilibro. Ultimamente, muitas empresas apostam na organização de sessões de mindfulness (uma das coisas que mais me pedem nos últimos meses) ou sessões de life coaching. E as chefias, vão participar? E os gestores de equipa, vão aprender e aplicar processos de desenvolvimento pessoal? E os diretores, vão envolver-se na criação dos programas? E quem lidera, vai fazê-lo de facto com o foco nas pessoas? Não, diz-se na maior parte das vezes, o que precisamos é de aumentar a motivação dos vendedores, ou de melhorar o clima social das equipas, ou de orientar para os resultados, ou de incrementar o foco no desempenho.

Percebes a incongruência?

O que fazer, então? A minha sugestão é que se possa implementar, à séria, uma cultura de coaching, focada no individuo e no desenvolvimento de equipas. Uma cultura onde os resultados são olhados como consequências marginais de termos integrado as necessidades dos colaboradores com a visão da empresa ao ponto de todos usarem da melhor forma os seus recursos porque… assim o querem!

Pessoalmente, gosto de o fazer trazendo responsáveis pelas equipas, diretores ou gestores com capacidade de influência (incluindo, quando possível, CEOs ou diretores gerais) até às Certificações Internacionais em Coaching da LIFE Training. Além de ser muito bom para mim (como facilitador destes cursos) pois posso influenciar simultaneamente dezenas de pessoas – e indiretamente as suas organizações – este é uma estratégia que permite viver congruentemente a ideia de que “o mais importante são as pessoas”:

  • ao participarem no curso, os líderes ou futuros líderes, incorporam uma forte atitude de coaching nas suas vidas, aprendendo a observar, compreender e influenciar o seu comportamento e os dos outros;
  • mais do que falarem sobre isso, começam a afetar positivamente as suas organizações com ações deliberadas e eficientes de desenvolvimento do potencial humano;
  • direta e indiretamente começam um processo de aculturação, em que os princípios orientadores do coaching começam a incorporar-se na cultura da organização

Adoro receber nos meus cursos ou palestras (ou na minha caixa de mensagens) testemunhos de pessoas que não conheço e que destacam a importância que os ensinamentos dos meus cursos geraram nas suas vidas – viam os seus líderes, que depois de aprenderem coaching, aplicaram as orientações nas suas empresas. É nesses momentos que a vivência da missão de “inspirar decisões apaixonadas” se torna mais óbvia.

Já certifiquei mais de 1000 praticantes de Coaching e PNL (Programação Neuro Linguística), muitos deles oriundos de organizações. Da banca à distribuição, do futebol às telecomunicações, da mediação imobiliária às farmacêuticas, têm sido inúmeras as indústrias a aprenderem e desenvolverem a capacidade de colocar as pessoas primeiro.

O que vai aprender ao estudar Coaching comigo e com a equipa de facilitadores profissionais da LIFE Training?

  • A definir poderosas intenções pessoais, que guiarão e orientarão a tomada de decisão
  • A observar cuidadosamente, para inferir estilos de comportamentos, necessidades psicológicas e definir programas de influência
  • A estabelecer relações profundas e significativas com pessoas & equipas
  • A orientar através de perguntas, usando questões poderosas para gerar descobertas e novas estratégias/soluções
  • A definir objetivos pessoais integrados nos objetivos organizacionais, criando ligações ótimas entre motivações pessoais e de grupo
  • A estabelecer tarefas e planos de ação adaptados ao individuo
  • A resgatar e estimular recursos pessoais internos, as surpreendentes forças que todos têm dentro de si
  • A lidar com desafios e objeções com optimismo e energia positiva
  • A comunicar de forma envolvente e eficaz
  • A praticar na primeira pessoas os processos de coaching para que possa fazê-lo de forma congruente com os outros

Descubra mais sobre os cursos de Treinamento da LIFE Treinamento ( aqui ) e viva “A Aventura de Uma Vida”, o nome pelo qual foi avaliado por ordem de nossos alunos. Experiência de alto impacto.

Questões? Estou por aqui para responder e ajudar!

de Pedro Vieira

www.pedrovieira.net

Liderança – Relações de chefia: uma questão de confiança

 

Um dos temas que mais interessa às organizações é o da liderança. Quer se tratem de empresas, instituições sem fins lucrativos, equipas desportivas, agrupamentos militares, etc, todas as organizações pressupõem a existência de liderança. Assumida por um ou partilhada por vários, a liderança é a arte de dirigir os recursos humanos para um fim comum, garantindo no processo que todas as pessoas se aproximam simultaneamente dos seus objectivos individuais.

É fácil fazê-lo? Pela minha experiência pessoal na gestão de equipas e no acompanhamento de muitas centenas de pessoas que o fazem diariamente, o segredo da liderança está na capacidade do líder criar e manter relações positivas e de confiança com os membros da equipa. E aqui começam os desafios!

Para que um líder possa obter a confiança dos outros poderá usar dois princípios poderosos e que não são regularmente muito desenvolvidos nas chefias, por falta de estímulo ou compreensão da sua importância. Em primeiro, aquele que quer obter confiança dos outros, tem de confiar em si próprio. A capacidade de confiar em si, vulgarmente designada de auto-confiança, é uma competência que pode ser aprendida, treinada e aprofundada.

Por razões várias, muitas pessoas aprendem a não confiar na sua própria capacidade e distanciam-se da utilização cabal dos seus recursos. Ora, o líder excelente gosta de viagens de auto-conhecimento para reforçar a confiança nas suas competências e adora expor-se a novos contextos e desafios para descobrir novas soluções e recursos. A descrição faz-lhe lembrar a sua chefia? E ressoa como verdadeira para si própri@?

Por outro lado, o líder também aprende a confiar nos outros como ponto de partida para as suas relações. Muitas vezes, há quem prefira começar no extremo oposto, começando por desconfiar primeiro para, se os comportamentos assim o justificarem, confiar depois. Como se sente quando alguém desconfia de si? E quando alguém mostra quase imediatamente que pensa em si como alguém em que se pode confiar? Como o líder excelente compreende este princípio, começa por confiar nas pessoas que o rodeiam!
Claro que o processo se complexifica quando estes dois princípios não estão presentes. Imagine o gestor de uma equipa empresarial que não confia em si e não confia nos outros. Como pode estabelecer-se uma verdadeira relação de liderança? Na realidade, acabamos frequentemente por observar o estabelecimento de relações de chefia, que são bem diferentes e menos eficientes. Numa relação de chefia usa-se autoridade validada pela posição em vez de autoridade conquistada pelas acções, usa-se imposição em vez de influência…

Esta é uma situação que cria enorme impacto na vida de milhões de pessoas, que diariamente são afectadas negativamente por relações laborais que não as satisfazem. Na minha opinião um dos caminhos mais eficientes é o de cultivar a liderança, ajudando chefes a aumentarem a confiança em si e nos outros e a assumirem a responsabilidade pela qualidade do seu trabalho e do das suas equipas! Uma pergunta que faço frequentemente a pessoas em posições de chefia é se gostariam de se tornar verdadeiros líderes. Para o fazerem, além de competências de gestão de recursos humanos e coaching, começar por aprender a confiar em si e nos outros é uma óptima aposta!

Pedro Vieira, Master trainer, coach, autor e CEO LIFE Training

Líder coach [Infográfico]

 

Hoje partilhamos um infográfico sobre os benefícios que o estudo do Coaching traz aos líderes! Qual a diferença que faz diferença? Veja aqui.

Coach-lider

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Parentalidade Consciente: 5 formas de resolver problemas

Não tenho “quick-fixes” para resolver mau comportamento ou situações stressantes entre pais e filhos. E posso partilhar orientações de parentalidade consciente que ajudam muito! 😉

Não tenho soluções rápidas e fáceis, porque… depende! De tudo: da criança, da situação, dos pais… de outras pessoas envolvidas etc. Mas hoje gostaria de te apresentar uma ideia de como se pode abordar qualquer situação que tivermos com uma criança, sendo ela o nosso filho, o nosso aluno, o nosso neto, sobrinho ou vizinho…

Ouve e vê!

Ouve o que a criança tem para te dizer, olhando para ela. Observando tudo que há por observar. Faz perguntas, mas poucas. Não julgues, não tentes encontrar soluções, não tentes apoiar, confortar ou mimar. Foca-te única e exclusivamente no ouvir e ver.

Envolve!
Envolve a criança na solução do problema/da situação. Uma solução encontrada pela própria criança é mais provável durar. Deixa a criança ser a dona dos seus problemas. O mais provável é que ela venha a ter muitos no futuro, e quanto maior treino, melhor! Tanto para a criatividade na resolução dos problemas como para a auto-estima e auto-confiança.

Dá tempo!
Pode ser que a criança não queira falar contigo quando é a hora mais adequada para ti. Dá-lhe tempo para encontrar a coragem ou a força para falar. Dá-lhe tempo para sentir o que está a sentir. Dá-lhe tempo para digerir. Dá-lhe tempo para encontrar uma solução. E dá-lhe do teu tempo! Avalia em cada situação a quem queres dar o teu tempo… é mais importante passar mais 5 minutos para dizer adeus na escola, ou chegar 5 minutos antes ao trabalho?

Conexão antes de correção!
É fácil entrar na onda de educar e corrigir a criança. De dizer o que está certo ou errado. De informar sobre o que outras crianças fazem, o que ela deveria fazer com àquela idade, o que é ser mal educado ou bem educado, o que se tem de fazer… A maioria das vezes que nos focamos na conexão com a criança, no cuidar da relação que temos com ela, a correção vem como consequência.

Pensa a longo prazo!
Não exijas resultados a curto prazo. Pensa na intenção global que tens em relação à educação dos teus filhos (ou das crianças com quais interages). Avalia tudo que fazes com isso em mente.

Mikaela Övén, Facilitadora Family Lab, instrutora de Mindfulness e formadora LIFE Training

Para saber mais sobre a Certificação de Facilitador/a de Parentalidade Consciente, clique aqui ou no botão abaixo.

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Mude as suas palavras, Mude a sua Vida

 

Muito se tem escrito, estudado, questionado: afinal, qual a importância das palavras? São apenas sons estruturados a que damos determinados significados? Estão “hard-wired” no nosso cérebro? Têm significado pessoal ou social?

Gostava que por uns instantes, imaginasse o seguinte:
Uma palavra e a forma como é dita é uma espécie de “password” para uma determinada zona do cérebro. De acordo com a palavra que diz, ouve ou pensa, é aberto um caminho para determinada zona do cérebro. Lá dentro tem acesso, através de complexas ligações neuronais, a toda a informação relacionada com essa palavra. De acordo com o contexto e com o valor emocional de cada uma das potenciais opções, escolhe o que trazer de volta antes de fechar essa zona e passar à seguinte.

Se alguém falar com um tom irónico, o seu cérebro tenderá a selecionar significados de acordo com esse contexto.
Se alguém usar o nome de uma pessoa importante para si, apesar do contexto não ser ligado a essa pessoa, poderá ter uma lembrança súbita dessa pessoa (pelo valor emocional elevado).

Este fenómeno faz com que as palavras tenham um poder enorme. Com as suas palavras dirige momentaneamente o seu sistema e o dos outros. Há quem perceba isto e dedique anos da sua vida a aprimorar a forma como fala e escreve, para que possa obter máximo poder influenciador. Há quem não perceba isto e fale e escreva de forma menos intencional (“mais pura e menos filtrada” poderia alguém dizer; “menos responsável e eficiente”, acrescento eu).

Em algumas palestras faço uma pequena brincadeira dizendo que às vezes, “em vez de falarmos sobre o que queremos e não falarmos sobre o que não queremos, falamos sobre o que não queremos e não falamos sobre o que queremos”.

Aquilo sobre que quero falar é sobre a sua comunicação e sobre como pode melhorar os seus resultados, aprendendo umas simples dezenas de técnicas e truques linguísticos que o/a ajudarão a ser mais consistente, eficiente e intencional. Acredito de tal forma nisto, por ter assistido a tantas situações em que as condições de alteram automaticamente, com base na alteração das palavras, que estou disposto a afirmar que …se mudar as suas palavras, muda a sua vida!

Pedro Vieira, CEO, Formador, Palestrante e Master Trainer em PNL da LIFE Training

Quer aprofundar o conhecimento sobre a neurolinguística? Estude PNL! Mais informações aqui ou no botão.

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