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3 Estratégias para mais Momentos de Auto-Cuidado

Por favor escreva “EU”  nos comentários quem sente que precisava de mais tempo para si próprio (ok, todos ao mesmo tempo não!)

É generalizada a consciência de que ter tempo de prazer, lazer e recuperação , cada dia ou cada semana, é muito importante na nossa vida. Não se trata só de bem estar – em última análise sabe-se que sem este tempo de repouso, sem o desligar e o auto-cuidado todas as nossas relações, saúde e desempenho laboral não estarão no seu melhor.

No entanto, muitas vezes estes momentos não acontecem ou são muito raros, nos nossos dias. Para alguns de nós tem a ver com uma crença profunda, enraizada e muitas vezes inconsciente, de que não o merecemos. Para outros, simplesmente parece impossível, com o estilo e condições de vida que levamos, pressionar o botão “pausa”.

Assim, assegurares que tens os teus momentos de auto-cuidado exige uma mudança de perspectiva e, muitas vezes , criar ativamente esses momentos, ou eles não vão simplesmente aparecer, no meio da agenda hiper-ocupada que temos.

Aqui ficam três sugestões para que aconteçam mais vezes, durante este ano:

1. Não esperes até que pareça “certo”. Pode ser desagradável ter tarefas por terminar, assuntos por resolver, mas uma vez que quer a vida familiar quer o mundo laboral são um sem fim interminável de coisas para fazer, esperar ter tudo “terminado” ou “sob controlo” para teres tempo para ti é uma estratégia destinada a falhar 😉 Aprende a tolerar o desconforto “das- coisas- que- ainda- tenho- para- fazer” e escolhe desligar por um bocado.

2. Escolhe verdadeiro prazer. É fácil cairmos na “armadilha” de preencher o tempo pessoal, de lazer,  com atividades que achamos que devemos fazer, a começar pelo exercício fisico*. Nada contra inclui-lo na tua agenda (pelo contrário!) mas assegura-te que tens tempo, durante a semana, para momentos dedicados a algo que honestamente adores, te saiba mesmo bem – e não porque te sentes melhor pessoa por fazê-lo.

(*se este for o caso para ti , perfeito!)

3. Compromete-te. Na verdade somos muito melhores a cumprir a hora de saída ou a dizer não a algo que apareça em cima da hora, se tivermos um compromisso para ir a algum lado, com alguém, um bilhete comprado ou uma hora agendada. E na verdade, estas tendem a ser atividades que nos despertam e trazem mais prazer do que simplesmente ficar em frente à tv ou nas redes sociais.

nossa inspiração: Psychologies Magazine

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Uma Desilusão é o fim de uma Ilusão…

“Havia uma porta que eu queria abrir. Que eu assumi que abriria, sem resistência, sem reservas. Era assim que sempre acontecia. Era assim que deveria acontecer, que todos esperavam que acontecesse. Ela estava lá, no sítio certo, com puxador e tudo. Hoje percebo que tinha uma expectativa de que a porta abrisse – à primeira, sem resistências, sem reservas. Hoje sei que acreditar que as coisas vão correr de determinada maneira acaba sempre em desilusão.

Ela não abriu quando eu girei o puxador para a direita. E não abriu quando eu o girei para a esquerda. E eu fiquei zangado. Esta porta está mal, está errada. Forcei mais um pouco e depois mais um pouco. Ela tinha de abrir. Era suposto ser assim. Insisti, empurrei – da forma que se abrem portas, claro. Mas ela não abriu, quando deveria abrir: à primeira, do modo que sempre acontecia. Hoje percebo que, naquele momento, me fechei numa ilusão criada por mim próprio – pelo mapa com que na altura, entendia o mundo.

Se eu tivesse largado a expectativa de que a porta abriria, ao primeiro rodar do puxador, e tivesse ficado curioso – sem julgar ou esperar nada dela – teria tido mais poder, teria conseguido fazer diferente. Teria ficado focado no meu objetivo que era entrar. Teria colocado perguntas, teria ficado interessado em relação ao que se “estava a passar” e não preso ao que se “deveria estar a passar”. Será que esta porta abre para fora, hoje? Será que é preciso uma chave que eu não tenho? Será que a forma de entrar aqui, hoje, é por outra porta? Haverá uma janela aberta por onde eu possa saltar? Mas eu fiquei ali, a chocar de frente contra as minhas expetativas e contra a porta, claro.

Gritei com ela, fui-me queixar a quem me quis ouvir, rotulei a porta e até exerci alguma violência porque “se não abre a bem abre a mal”. Em momento nenhum disse apenas: eu gostaria de entrar. Em momento nenhum parei para pensar porque é que, na verdade, a porta não abrir me estava a afetar tanto? Para mim não era “possível” que a porta não abrisse – embora fosse óbvio que isso “era possível” – era o que estava a acontecer.

Com tantas portas, da nossa vida, só sabemos embater cada vez com mais força e repetidamente até que nos magoamos a nós ou as destruímos para sempre. Forçamos tanto a nossa expectativa que as nossas relações não resistem. E, na verdade, com menos expetativas e mais abertura talvez eu tivesse acabado por entrar.”

Talvez esta história tenha deixado algumas novas portas abertas para que as expetativas e as desilusões não assumam o poder que é teu, na tua vida. Para que o teu potencial de ação para criares impacto na realidade aumente e os queixumes e sofrimento diminuam.

Isto quer dizer que não vamos ter nunca expectativas? Claro que não! Mas quando te sentires desiludido com alguma coisa, pensa “Ótimo! Aqui está uma porta que me vai ensinar a conhecer-me melhor, a transformar as coisas de que não gosto e a desenvolver o meu poder pessoal.”

nossa fonte: Podcast IVM – já ouves o podcast mais inspirador de Portugal?

Como se mede o Sucesso?

Há uma história muito interessante contada pelo atleta Kilian Jornet , um dos maiores ultramaratonistas de sempre, quando, no final de uma prova da Ultra Maratona do Monte Branco – das mais longas e duras – deu por si irritado , desiludido consigo próprio, triste, porque, embora, tivesse ficado entre os primeiros, não a ganhou como queria e não a fez no tempo a que se tinha proposto.

Foi-se deitar e no dia seguinte, depois de tomar o seu pequeno almoço, voltou ao lugar onde a prova terminava. Passadas quase 24 horas da sua chegada, ainda estavam atletas a chegar!

Precisamente nesse momento em que estava junto à meta, assiste à chegada de um dos (últimos) atletas – quase um dia depois do que ele! E repara que o senhor vem com um sorriso de orelha a orelha, muito feliz por ter chegado ao fim.

Guillian conta que, naquele momento, teve um pensamento que modificou para sempre a forma como encara o sucesso.

As palavras que lhe vieram à mente foram: “ Que cabrón!” porque ali entendeu que, na verdade, aquele homem tinha mais “sucesso” do que ele.

Embora tivesse tido um resultado muito “pior” , sentia-se muito melhor! Pelo foco excessivo que colocara num resultado, numa meta, no que seria o sucesso perdera a capacidade de desfrutar da prova e do que, na realidade conseguira alcançar, ficando mal em vez de bem.

Uma coisa – ter objetivos, alcançar metas, ir atrás do que queremos – não invalida a outra – sabermo-nos sentir bem connosco próprios independentemente de tudo isso. Ter a primeira sem conseguir a segunda, não faz, na verdade, sentido nenhum. E tu, medes o sucesso pelas tuas conquistas “internas” ou “externas”?

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7 factos sobre o nosso cérebro

Os últimos vinte anos foram de grandes descobertas, na neurociência, que vieram desconstruir muitos mitos ligados à aprendizagem, envelhecimento e modo de funcionamento cerebral. Algumas destas descobertas podem ajudar-nos a desenvovler funcionalidades e aumentar as nossas capacidades. Fiquem com 7 factos sobre o cérebro humano que talvez vos surpreendam:

1. O número de neurónios no nosso cérebro está entre 86 a 100 biliões! Os neurónios são as células especializadas que transmitem os impulsos nervosos por todas as partes do nosso cérebro.

2. Os nossos cérebros estão constantemente a produzir células cerebrais. Durante a vida intra-uterina o cérebro produz cerca de 250 mil neurónios por minuto. Depois de nascermos este processo abranda um pouco mas o nosso cérebro continua sempre a produzir novos neurónios. Contrariamente ao que se pensou durante muitos anos, o nosso cérebro desenvolve-se mais rapidamente quando estamos ainda no útero e continua a desenvolver-se enquanto estamos vivos.

3. Cada neurónio está conectado através de sinapses a milhares de outros neurónios – se estamos a falar num total de 100 biliões de neurónios imaginem como é complicada esta rede. Cada grupo de neurónios desempenha determinadas tarefas ou funções, no entanto, todos os neurónios estão conectados de alguma forma. O nosso cérebro cria, remodela ou remove neurónios de acordo com a forma tu te relacionas com ele. Por exemplo, se estás prestes a executar uma determinada função que requer duas regiões diferentes do cérebro , o cérebro activa ambas e cria mais conexões entre elas para tonar a associação mais rápida e fácil de acontecer.

4. O nosso cérebro requer uma quantidade enorme de energia para funcionar. O nosso cérebro utiliza cerca de 1/5 da energia total do corpo e 20 a 25% do aporte de oxigénio. Assim, se queres que o teu cérebro trabalhe no seu potencial máximo, alimenta-te bem e bebe àgua em boa quantidade – a nossa atenção fica comprometida se 2% do cérebro fica desidratado.

5. Quando procurarmos informação sobre as funções de cada região cerebral, é fácil encontrar funções específicas associadas a cada uma delas – isso é um facto. No entanto, a maioria das funções requer colaboração entre as diferentes regiões do cérebro. Quando há algum dano cerebral numa das regiões, outras regiões pode assumir determinadas funções – o cérebro é mais plástico e flexivel do que se acreditou durante muito tempo.

6. Quando aprendemos uma nova competência – especialmente se é algo complicado ou intenso – demora bastante tempo até a dominarmos, isto é um facto. Isto acontece porque o nosso cérebro tem de processar muitos novos sinais , por vezes, códigos e sinais até ali completamente estranhos. Quando mais familiares os sinais a processar forem mais facilmente isso acontecerá.

7. Os nossos cérebros estão programados para estarem em grupo. Há estudos recentes que sugerem que as conexões sociais aumentam a nossa performance física e a clareza mental.

nossa inspiração: https://kwiklearning.com

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Pequenos passos, Grandes resultados

por Equipa LIFE Training

Um dos grandes temas da nossa Certificação em Coaching tem a ver com objetivos, definição de tarefas e planeamento para atingirmos as nossas metas.

Seja alcançar um objetivo importante, levar a cabo um projeto profissional ou fazer aquelas tarefas necessárias mas que nos desagradam, ajuda se dividirmos o desafio em pequenos passos. Dividir o nosso plano ou objetivo em metas intermédias, que consigamos terminar com facilidade e menos esforço , vai fazer com que sintamos gratificação e alegria durante o processo, vai fazer-nos sentir mais confortáveis e no controlo da situação. Porque nos custa tanto dar o primeiro passo, aqui ficam algumas práticas que te podem ser úteis:

  1. Faz as Perguntas Certas
    Em vez de dares a ti próprios ordens e comandos que soam a obrigação e muitas vezes são provenientes de outras pessoas ( tenho de, preciso de) questiona as tuas motivações e o que podes ou queres fazer para alcançar o teu objetivo? O nosso cérebro gosta de perguntas – direcionadas para metas espeficias e realizáveis no curto-prazo).
  2. O poder das pequenas ações
    Escolhe objetivos tão pequenos que quase pareçam ridículos. Para começar, define um objetivo ao qual não tenhas nenhuma resistência e que não te possas desculpar de não conseguir atingir.
  3. Torna o desafio divertido
    Muda o possivel no contexto ou na forma como defines os objetivos para tornar o momento agradável, divertido
  4. Reorganiza o teu dia
    Onde se concentra o tempo perdido do teu dia? Em que parte do dia podes aproveitar meia hora, dez ou mesmo cinco minutos para dedicar ao teu objetivo, só por aproveitares melhor o tempo( acordar mais cedo um pouco, ver menos televisão à noite, reformular as rotinas de fim de semana).

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