Month: April 2019

7 factos sobre o nosso cérebro

Os últimos vinte anos foram de grandes descobertas, na neurociência, que vieram desconstruir muitos mitos ligados à aprendizagem, envelhecimento e modo de funcionamento cerebral. Algumas destas descobertas podem ajudar-nos a desenvovler funcionalidades e aumentar as nossas capacidades. Fiquem com 7 factos sobre o cérebro humano que talvez vos surpreendam:

1. O número de neurónios no nosso cérebro está entre 86 a 100 biliões! Os neurónios são as células especializadas que transmitem os impulsos nervosos por todas as partes do nosso cérebro.

2. Os nossos cérebros estão constantemente a produzir células cerebrais. Durante a vida intra-uterina o cérebro produz cerca de 250 mil neurónios por minuto. Depois de nascermos este processo abranda um pouco mas o nosso cérebro continua sempre a produzir novos neurónios. Contrariamente ao que se pensou durante muitos anos, o nosso cérebro desenvolve-se mais rapidamente quando estamos ainda no útero e continua a desenvolver-se enquanto estamos vivos.

3. Cada neurónio está conectado através de sinapses a milhares de outros neurónios – se estamos a falar num total de 100 biliões de neurónios imaginem como é complicada esta rede. Cada grupo de neurónios desempenha determinadas tarefas ou funções, no entanto, todos os neurónios estão conectados de alguma forma. O nosso cérebro cria, remodela ou remove neurónios de acordo com a forma tu te relacionas com ele. Por exemplo, se estás prestes a executar uma determinada função que requer duas regiões diferentes do cérebro , o cérebro activa ambas e cria mais conexões entre elas para tonar a associação mais rápida e fácil de acontecer.

4. O nosso cérebro requer uma quantidade enorme de energia para funcionar. O nosso cérebro utiliza cerca de 1/5 da energia total do corpo e 20 a 25% do aporte de oxigénio. Assim, se queres que o teu cérebro trabalhe no seu potencial máximo, alimenta-te bem e bebe àgua em boa quantidade – a nossa atenção fica comprometida se 2% do cérebro fica desidratado.

5. Quando procurarmos informação sobre as funções de cada região cerebral, é fácil encontrar funções específicas associadas a cada uma delas – isso é um facto. No entanto, a maioria das funções requer colaboração entre as diferentes regiões do cérebro. Quando há algum dano cerebral numa das regiões, outras regiões pode assumir determinadas funções – o cérebro é mais plástico e flexivel do que se acreditou durante muito tempo.

6. Quando aprendemos uma nova competência – especialmente se é algo complicado ou intenso – demora bastante tempo até a dominarmos, isto é um facto. Isto acontece porque o nosso cérebro tem de processar muitos novos sinais , por vezes, códigos e sinais até ali completamente estranhos. Quando mais familiares os sinais a processar forem mais facilmente isso acontecerá.

7. Os nossos cérebros estão programados para estarem em grupo. Há estudos recentes que sugerem que as conexões sociais aumentam a nossa performance física e a clareza mental.

nossa inspiração: https://kwiklearning.com

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Pequenos passos, Grandes resultados

por Equipa LIFE Training

Um dos grandes temas da nossa Certificação em Coaching tem a ver com objetivos, definição de tarefas e planeamento para atingirmos as nossas metas.

Seja alcançar um objetivo importante, levar a cabo um projeto profissional ou fazer aquelas tarefas necessárias mas que nos desagradam, ajuda se dividirmos o desafio em pequenos passos. Dividir o nosso plano ou objetivo em metas intermédias, que consigamos terminar com facilidade e menos esforço , vai fazer com que sintamos gratificação e alegria durante o processo, vai fazer-nos sentir mais confortáveis e no controlo da situação. Porque nos custa tanto dar o primeiro passo, aqui ficam algumas práticas que te podem ser úteis:

  1. Faz as Perguntas Certas
    Em vez de dares a ti próprios ordens e comandos que soam a obrigação e muitas vezes são provenientes de outras pessoas ( tenho de, preciso de) questiona as tuas motivações e o que podes ou queres fazer para alcançar o teu objetivo? O nosso cérebro gosta de perguntas – direcionadas para metas espeficias e realizáveis no curto-prazo).
  2. O poder das pequenas ações
    Escolhe objetivos tão pequenos que quase pareçam ridículos. Para começar, define um objetivo ao qual não tenhas nenhuma resistência e que não te possas desculpar de não conseguir atingir.
  3. Torna o desafio divertido
    Muda o possivel no contexto ou na forma como defines os objetivos para tornar o momento agradável, divertido
  4. Reorganiza o teu dia
    Onde se concentra o tempo perdido do teu dia? Em que parte do dia podes aproveitar meia hora, dez ou mesmo cinco minutos para dedicar ao teu objetivo, só por aproveitares melhor o tempo( acordar mais cedo um pouco, ver menos televisão à noite, reformular as rotinas de fim de semana).

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Cronotipo & Produtividade

por Equipa LIFE Training

Na sua recente investigação Daniel Pink, fala-nos da importâcia de sincronizarmos o nosso dia a dia com o nosso cronotipo – o nosso humor e desempenho variam ao longo do dia.

Aqui fica uma técnica muito simples para descobrires o teu: a que horas acordas aos fins de semana ou dias livres? Continuas a acordar bem cedo, mesmo sem o despertador, então és uma “Cotovia” ( mais ativo logo de manhã, com uma quebra a meio do dia e uma ligeira retoma ao final do dia). Se acordas bem mais tarde és uma “Coruja” ( e para ti o dia segue a ordem inversa).

Embora possamos estar dependentes dos horários fixados pelo nosso trabalho ou circunstâncias da nossa vida familiar, por exemplo, podemos sempre ter alguma flexibilidade em como, ou com o que, ocupamos as diferentes partes do dia, tirando mais partido do nosso cronotipo, e provavelmente sentido menos cansaço e dificuldades em algumas tarefas, adaptando o tipo de trabalho que temos de fazer. Aqui fica o cronograma:

Se és uma Cotovia, de manhã dedica-te a tarefas analíticas , que requeiram pensamento organizado e sistematizado e à tomada decisões; deixa o final tarde inicio da noite para tarefas onde precises usar o pensamento criativo ou divergente. Se és uma Coruja inverte esta ordem!

Tem em mente que todos passamos por um “vale” – mais ou menos a meio do dia – onde a atenção, energia e humor estão no seu mínimo e podemos proteger-nos tirando algum tempo para uma pausa ou fazendo pausas mais frequentes e deixando as tarefas menos exigentes ou importantes para esse tempo.

Da mesma forma, protege o teu “pico” e “momento de retoma” nunca desperdiçando a fazer “recados”, tarefas simples ou que te exigem menos capacidade mental.

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3 Ideias para seres um grande Líder*

( ou um “Lider -Coach”, como gostamos de pensar por aqui)
por Equipa LIFE Training

▷Pergunta aos teus colaboradores como os podes ajudar a realizar o seu trabalho melhor  e depois ouve

Isto é simples: em vez de dizeres aos teus empregado como fazer os seus trabalhos melhor, começa por perguntar como os podes ajudar a fazer os seus trabalhos melhor. Embora simples, os efeitos desta abordagem são poderosos. Às vezes, pequenas mudanças, ligeiras alterações, tornam o desempenho das funções mais fácil, mais aprazível e cria-se um círculo virtuoso com enorme impacto na eficácia dos processos e na melhoria dos resultados. O que acontece aqui não é magia: é percebermos que o colaborador que realmente realiza o trabalho saberá melhor do que precisa e o que é necessário para que ele fique bem feito, ele é o “especialista” da sua função. Respeitando as suas ideias e encorajando – o a tentar novas abordagens para o melhor, encorajamos os empregados a trazer mais deles próprios e o melhor deles próprios para o trabalho.

▷Cria espaço seguro para que os colaboradores pensem e exponham novas ideias

Por vezes a melhor forma de os lideres servirem melhor os seus colaboradores e a sua organização é criando espaço aberto e seguro para que os colaboradores partilhem e experimentam as suas novas ideias. Ao fazê-lo os líderes encorajam os empregados a ir além da sua zona de conforto e a fazer diferente do que sempre fizeram, o que pode estar na origem da competitividade e sucesso da empresa.

▷Pratica a Humildade

Muitas vezes os líderes não reconhecem o verdadeiro valor das pessoas que têm à sua responsabilidade, especialmente dos trabalhadores de nível mais baixo. Mas quando os líderes mostram respeito e perguntam como podem ajudar os empregados e como podem melhorar a organização, os resultados podem tornar-se espetaculares! E talvez ainda mais importante do que melhores resultados para a empresa, estes líderes estão a atuar como melhores seres humanos – todos ganham, no final.

*baseadas no trabalho de Dan Cole da London Business School

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Preparado para Re-escrever a Tua História ?

por equipa LIFE Training

Os seres humanos desejam Congruência – queremos ser verdadeiros connosco próprios e atuar de uma maneira consistente com aquilo em que acreditamos e valorizamos, queremos viver e trabalhar de forma autêntica.

Esta busca pela congruência já vem no nosso equipamento de base , os nossos cérebros criam coerência entrelaçando as nossas experiências internas e o que observamos no nosso ambiente, através de um processo automático de narração que explica porque fazemos o que fazemos. À medida de repetimos as histórias que daí resultam para nós próprios  (muitas vezes inconscientemente) elas tornam-se guiões e rotinas que guiam as nossas ações. E em vez de reconhecermos as nossas histórias como construções que são, vemo-las, erradamente, como verdades imutáveis , como “as coisas são”.

Nos processos de Coaching e desenvolvimento de liderança encontramos muitas pessoas que moldaram a forma como pensam e lideram (“tudo é sempre uma batalha nesta empresa”, por exemplo.)

Para o bem e para o mal as nossas histórias moldam aquilo em que reparamos e como interpretamos o que acontece. Elas influenciam as nossas tomadas de decisão e o nosso comportamento. Se, por exemplo, vês o teu local de trabalho como um campo de batalha vais esperar hostilidade, vais preparar-te para atacar e defender. Podes assumir que discussões são inevitáveis, interpretar mal as intenções dos colegas e perder oportunidades para colaborar. Na verdade, se mudares a história que te guia isso pode levar-te a perseguir novos objetivos e fazer as coisas de forma diferente, obtendo resultados diferentes.

O primeiro passo para nos libertarmos das histórias que usamos para viver a nossa vida é identificar e examinar essas mesmas histórias que continuamente contamos a nós próprios e aos outros. Isto ajuda-nos a entender aquilo que valorizamos – ou  ao que estamos a dar valor sem sequer querer – e porque agimos e reagimos da forma que o fazemos. Identificar um desafio pessoal ou coletivo que estamos a enfrentar e descobrir o que dizemos sobre isso pode ser uma boa forma de começar.

Uma vez que identifiques a tua história, o passo seguinte é considerar como é que ela te afeta: é libertadora, possibilitadora ou aflige-te, “aperta-te”?
O teu estado físico pode dar-te pistas. O A tua narrativa faz-te sentir livre e com escolha? Há conexão ou desconexão entre aquilo que queres e a narrativa que justifica a forma como pensas e te comportas?

Se descobrires que algum dos guiões que tens na tua vida te limitam , o passo seguinte é considerar aquilo que gostavas de mudar e como a tua história precisaria de se adapatar ou alterar para te ajudar a conseguir a mudança.

Quando nos apercebemos que os nossos comportamentos têm origem nas histórias que construímos e repetimos até que ficam “escritas na pedra”, tornamo-nos mais capazes de sermos autores de histórias mais libertadoras.

Reconstituindo as nossas narrativas de forma a que elas nos ajudem a mover na direção que, na verdade, queremos é um processo de Escolha e de Intenção – de buscar sentido para a nossa vida.

Qualquer líder pode começar a desenvolver esta capacidade poderosa aprendendo a reconhecer as narrativas que orientam a sua vida – individualmente e colectivamente como uma equipa ou organização – analisando os seus efeitos em si e nos seus colaboradores e colegas e reescrevendo-as e refinando-as para que se dê mais ênfase aos elementos que nos empoderam e menos aos que nos limitam.

As recompensas de o fazer incluem um cada vez maior sentido de humanidade, congruência e liberdade.

traduzido e adaptado de : Harvard Business Review

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