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No contexto empresarial, as emoções são, muitas vezes, relegadas para segundo plano. Nalguns casos, chegam a ser combatidas e fortemente criticadas, como se existisse uma espécie de Inquisição dos tempos modernos (ou nem tanto)!
Considerar o desenvolvimento empresarial, de uma forma absolutamente lógica e determinada pode ser útil nalgumas situações, mas atente bem à origem de toda a decisão e ação, mesmo nessas situações.
Por mais que uma decisão e/ou ação aparente ser totalmente lógica, ela tem sempre por base uma emoção muito concreta. Mesmo quando o objectivo é, por exemplo, aumentar os lucros pelos lucros, existe uma emoção muito forte que, não só determina a definição desse objectivo, como também implica a existência de um conjunto de outras emoções para garantir o foco e a motivação para o atingir.
Na verdade, sem uma forte componente emocional, seria completamente impossível tomar qualquer decisão e avançar num qualquer sentido, dado que as variáveis são infinitas. E a definição de um objectivo tem sempre uma satisfação emocional por base, mesmo que esse objectivo seja: Lucro!
A emoção é a engrenagem que ajuda nas decisões mais críticas ou nas mais arrojadas.
É aquele sentido inexplicável que leva muitas vezes às decisões mais criativas e surpreendentes.
É a diferença entre a empresa que ninguém conhece e aquela que toda a gente segue.
É o lubrificante que garante a redução do atrito entre os diversos componentes da engrenagem e o incremento da vida útil dos mesmos. A lógica, ou a razão, define posteriormente o plano de ação e explica como tudo se deverá encaixar.
Sem emoção, a empresa perde o seu sentido. Sem a razão, a empresa não define o seu caminho, e perde-se.
As questões que deverá colocar são:
– Os objetivos estão a ser integrados pela minha equipa?
– Como posso desenvolver uma equipa sólida, criativa, focada e consistente?
– De que forma posso garantir que a minha equipa usa eficazmente as suas ferramentas a todo o momento, maximizando a sua performance e obtendo melhores resultados?
Numa entrevista em 2007 no D5, com Steve Jobs e Bill Gates, Jobs proferiu a seguinte mensagem final, totalmente alinhada com emoção:
“As pessoas dizem que tem de ser ter muita paixão pelo que se faz, e é totalmente verdade. E a razão para isto é porque é tão duro que, sem essa paixão, qualquer pessoa racional desiste. É mesmo muito duro, e é preciso persistir durante um determinado período de tempo. Portanto, sem paixão, sem diversão, desiste-se. E isso é o que acontece à maioria das pessoas. Se observar aqueles que são considerados bem sucedidos aos olhos da sociedade, são normalmente pessoas apaixonadas pelo que fazem, para que possam persistir quando as coisas se tornam muito duras. E aqueles que não têm paixão, desistem. Porque são pessoas sãs! Quem gosta de aguentar todo aquele sofrimento sem paixão?”
Na LIFE Training, debruçamo-nos precisamente sobre as questões comportamentais, das quais dependem as emoções. Colaboramos com centenas de empresas e ajudamos milhares de profissionais a consolidar a ideia de que a componente racional e analítica dos seres humanos está, no mínimo, em igual patamar à emocional. Ajudamos a moldar atitudes e a sedimentar hábitos que conduzem a uma maior satisfação na vida pessoal e profissional. É nesta base que desenvolvemos soluções à medida para organizações e particulares. Soluções para resultados.
Imagine agora a sua equipa ainda mais coesa, com uma elevada capacidade de adaptação e flexibilidade, extremamente determinada e consistente ao longo do tempo, cujos objetivos comuns são tão importantes como os objetivos individuais… Onde estaria neste momento?
Sérgio Rito, LIFE Training partner
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