Month: January 2016

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PNL ou Programação Neuro Linguística: o que é?


A Programação Neuro Linguística foi criada no início da década de 70, na Califórnia, pelo professor de linguística John Grinder e pelo estudante de matemática Richard Bandler.

O projecto inicial foi a modelagem de génios da comunicação e a codificação das diferenças que faziam a diferença na produção de resultados. Ou seja, escolheram pessoas “modelo”, e definiram especificamente como estas pessoas se comportavam, de forma a chegar aos mesmos resultados (excepcionais).

Grinder e Bandler rapidamente perceberam que aquilo que tinham entre mãos era extremamente poderoso, pois aparentemente os modelos que descobriram eram aplicáveis de forma transversal a todas as actividades humanas.
Por essa razão, é frequente a referência à PNL como a “arte da excelência”.

Pessoalmente, vejo esta estrutura como uma abordagem prática ao estudo do nosso sistema, fortemente focada em estratégias para produzir novos resultados ao nível do pensamento e do comportamento.
Ao estudar PNL vai aceder a um conjunto de conceitos oriundos da Psicologia, Terapia, Linguística, Hipnose, organizados e orientados para que possa atingir novos patamares de desenvolvimento pessoal.

O ponto de partida é simples e pode ser apresentado através de um conjunto de perguntas, sobre as quais gostaria que reflectisse:

1. Que resultados estou a atingir? (leia-se por resultados aquilo que fizer sentido para si… Na saúde, energia, dinheiro, relacionamentos, auto-imagem, carreira…)
2. Como faço para atingir esses resultados? (qual o conjunto de comportamento que geram os resultados)
3. Que estados emocionais despoletam esses comportamentos? (como me sinto nos contextos em que os resultados são produzidos)
4. Se não estou satisfeito com todos ou parte dos resultados que atinjo, que outros gostaria de alcançar?

A partir daqui, a PNL propõe uma série de estratégias e tecnologias desenhadas para mudar estados emocionais e comportamentos, com vista à produção de novos resultados.

O estudo da PNL é potenciador de mudança, pois o estudante (practitioner) trabalha sobre os seus próprios contextos e comportamentos, experienciando pessoalmente as mudanças.

Na prática, descobri que o estudo da PNL é altamente atractivo para pessoas que gostam mais de lógica e raciocínio (pois esta abordagem oferece modelos teóricos sólidos e integrados) assim como para aquelas que preferem a descoberta emocional e espiritual (pois a PNL actua directamente sobre a alteração do estado emocional dominante a cada instante).

Espero que a PNL possa ser útil na sua vida, foi este o espírito com que John Grinder (com quem tive o prazer de treinar e estudar) a criou e disponibilizou!

Pedro Vieira, Master Trainer e CEO LIFE Training

Quer estudar PNL? Clique aqui ou no botão! (A fotografia aqui presente é de uma das últimas esgotadíssimas edições da certificação em Practitioner PNL… Com todos os participantes em posição de quem dá as boas vindas à excelência!) 😉

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Necessidades psicológicas para líderes

Na última Aula Aberta Online Gratuita Corporate, o segundo grande desafio sentido pelos responsáveis de humanos, foi o da gestão das diferentes Motivações dos colaboradores.
Este tema está diretamente relacionado com a satisfação de necessidades… como tal, parece-me essencial ir mais longe e mostrar uma raíz da falta de alinhamento, que origina incongruência!

Como provavelmente já tem conhecimento das quatro necessidades básicas (apontadas por um dos maiores coaches do mundo – Anthony Robbins) que satisfazem a toda a hora, consciente e inconscientemente: Certeza, Diversidade, Significância e Conexão.

Estas necessidades são normalmente apresentadas em dois pares de paradoxos:

Certeza vs Diversidade
Significância vs Conexão

Tenho tido interesse, ao longo dos últimos anos, em estudar esta a outras Teorias sobre Necessidades Humanas. Em várias delas aparecem paradoxos. Imaginemos por uns instantes, que as Necessidades “de Robbins” são aquelas cuja procura de satisfação realmente norteia o comportamento humano. Será que, sendo estas necessidades apresentadas como de igual valor intrínseco, existem preconceitos sociais que fazem com que fique “mais fácil” assumir umas do que outras?

Testei isto com centenas de equipas e descobri coisas fantásticas. Simultaneamente, aprendi muito sobre um certo contexto em que me encontro envolvido, o da formação.

De uma forma geral, parece ser estatisticamente relevante a dificuldade em assumir a Necessidade da Significância (ser importante, ser reconhecido, ser destacado) face à maior facilidade em assumir a Necessidade da Conexão (fazer parte de um grupo, fazer coisas incondicionalmente pelos outros, ser igual aos outros). O que pode explicar a razão pela qual várias pessoas que conheço insistem no comportamento de dizer que fazem pelos outros (ou pela “empresa”) aquilo que fazem por si, de disfarçarem os momentos em que sentem Significância com palavras que parecem denotar foco na Conexão.

Ainda bem que alguém me ensinou um dia a focar na Estrutura da Comunicação, o que permite deixar tudo isso bem claro!

Esta aprendizagem foi, antes de mais, interessante para eu perceber como com regularidade também eu “confundo” as Necessidades. Ao tornar mais clara a razão pela qual faço o que faço – o que incluiu aceitar a Necessidade da Significância nos momentos adequados -, consegui trazer mais congruência interna para a minha Vida. Lembre-se, sempre que age incongruentemente… os outros notam, e muito!

Pedro Vieira, Coach e CEO LIFE Training

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